Onde para atender as mulheres perto de mim

Depois de procurar as mulheres, disse ele, os clientes 'geralmente as levam para o hotel acima do clube ou a outros hotéis perto daqui, ou motéis'. Não podemos nomear nenhum desses ... E sofri anos com isso. Até que resolvi conviver de perto com algumas mulheres misteriosas para tentar descobrir o que se passa na cabeça e na alma desses seres incríveis que nunca têm nada a dizer, a doer, a aconselhar, a cantar, a dançar, a morrer de rir, a fofocar, a detalhar, a exagerar, a sonhar, a dividir, a acrescentar. Uniformes profissionais qualificam o serviço prestado em qualquer ambiente de trabalho. Peças confeccionadas para o serviço, com tecidos e materiais de última tecnologia, permitem melhor identidade visual e maior produtividade e padronização da equipe. Após o planejamento e decisão de compra de um kit de uniformes, o próximo passo é saber escolher a empresa que […] Por um momento, a mulher expressou um olhar de profundo horror, ao mesmo tempo em que deslizou para longe de mim, para um assento perto da janela, de onde me olhava da maior distância possível. Claramente, ela havia me colocado na categoria de serial killer. Eu ri comigo mesma, e me pus a pensar na habilidade que algumas pessoas têm de ... A mulher de dentro de cada um não quer mais silêncio A mulher de dentro de mim cansou de pretexto E vai sair A mulher de dentro de casa fugiu do seu texto ... em gerações de mulheres, onde 23% ... Para obter mais detalhes do contexto em que essas mulheres foram mortas, a reportagem pediu à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), via Lei de Acesso à Informação (LAI), os boletins de ocorrência de mortes de pessoas do sexo feminino em 2015 nos municípios de Belém e Ananindeua, decorrentes de agressões externas. Dados apontam que, para 23% das mulheres, a percepção é de que houve uma diminuição na participação de outras pessoas da família nesses trabalhos. Apenas para 13% o compartilhamento de ...

GT DA BROTHERAGEM

2020.09.14 13:44 JustCallMeLyraM8 GT DA BROTHERAGEM

GT DA BROTHERAGEM
/cc/
>eu tenho um amigo bem próximo
>amigo não
>ele é tipo um irmão
>amo aquele filho da puta
>vamos chamar ele de Maicão
>nos conhecemos no jardim da infância
>dividíamos o todynho e o biscoito passatempo no recreio
>bolachaéocaraio.mp3
>estudamos na mesma turma até a quinta série quando os pais dele se mudaram pra longe da escola
>ele continuava morando na mesma cidade, mas tava numa escola diferente
>ainda assim nos víamos todos os fins de semana
>nossas famílias se tornaram amigas também
>tudo era um mar de rosas até o final de 2004
>ano 2005
>entra uma aluna nova na minha turma
>o nome dela era Thais
>lembro como se fosse ontem do momento em que ela entrou na sala
>tudo parecia ter ficado em câmera lenta
>o sol batia nela
>o ventilador soprou seus cabelos
>ela marchava como uma égua manga larga do trote formoso
>paudureci naquele exato momento
>o foda é que eu tava em pé naquela hora e a primeira aula era de educação física
>short.gif
>todo mundo da sala começa a rir de mim e a gritar
>me chamaram de pau retrátil porque foi só a menina aparecer que ele subiu
>morri de vergonha naquela hora
>sentei na cadeira e pus a mochila no meu colo
>eu só queria sumir
>até a professora riu
>mas a Thais não
>ela sentou atrás de mim e disse pra eu não ligar pra eles e que eu ficava lindo com vergonha
>caraio vei não pude acreditar
>eu era tão tímido que pedi pra ir no banheiro na mesma hora e fiquei trancado lá até a hora do recreio
>quando o recreio chegou eu pus o dedo na goela na frente da sala dos professores
>acho que vomitei até meu intestino naquela hora
>comecei a dizer que tava passando mal
>os professores me liberaram da escola e fui pra casa mais cedo
>chego em casa e passo a tarde toda tendo fantasias masturbatórias com a Thais
>eu era tão beta quanto aqueles peixes de briga
>quando a noite chega eu corro pra casa do Maicão
>conto tudo pra ele feliz da vida
>Maicão fica feliz por mim
>brodagem.rar
>segue o jogo
>durante o resto do ano eu iria me aproximar cada vez mais da Thais e me afastar cada vez do Maicão
>ele dizia que ela tava me afastando dele mas eu discordava
>dizia que era coisa da cabeça dele
>o tempo passa
>a Thais é promovida à pitanguinha e a distância entre mim e meu brother ia aumentando cada vez mais
>um dia briguei feio com o Maicão quando ele disse que ela tava cmg só por conta do meu dinheiro
>eu não era rico, mas da escola eu era o mais bem de vida
>meu pai era o único que não tava preso e não trabalhava com drogas
>minha mãe não trabalhava na zona
>zoas ela trabalhava sim
>ela agenciava a tua mãe, aquela puta boqueteira
>zoas de novo, minha mãe era artista plástica
>um dia eu acabo falando pra Thais que o Maicão tava se sentindo escanteado
>ela começa a me dizer que era inveja do nosso relacionamento e que ele só queria nos separar
>acabo dando ouvidos a ela e brigando feio com ele
>putaquepariuqueburrice
>nunca devia ter dado ouvidos à ela
>foco no gt
>paro de falar com o Maicão e cada vez mais me entrego pra a Thais
>toda semana era cinema
>lanche na Mc Donald’s
>roupa na Marisa
>minha mesada começou a ser exclusivamente dela
>um belo dia recebo uma mensagem do Maicão dizendo que a Thais tava me traindo
>respondi mandando ele tomar no cu
>ja faziam uns 5 meses que eu não falava com ele e do nothing ele vinha com um papo desses
>ele disse que eu devia ficar atento aos sinais
>não dou a foda pro que ele diz e continuo o namoro
>na semana seguinte vejo ela com uma marca roxa no pescoço
>ela diz que tinha caído da escada
>eu disse que acreditei mas fiquei desconfiado
>nada me tirava da cabeça oq o Maicão tinha me dito
>procuro ele e conto oq aconteceu
>diferente de mim ele não era um filho da puta
>Maicão me ove e depois me conta tudo que sabia
>a Thais tinha vindo da escola em que ele estudava
>ela era conhecida como viúva negra na escola
>ela se prendia à um macho e sugava tudo dele até ele não ter mais nada
>sim, ela tmb sugava o pau
>não, ela não tinha sugado o meu ainda
>Maicão continua a história dizendo que tinha visto ela saindo da casa de um carinha que morava no mesmo bairro dele
>até aí não vi nada demais
>mas ele me disse que ela tinha dado um beijo na boca do cara na saída e quando virou de costas o cara deu um tapa na bunda dela
>ÉOQ?!
>aquela vadia não tinha nem sequer me deixado pegar na bunda dela ainda
>dizia que era só depois do casamento
>eu era beta betoso full +15
>ela me levava pra igreja todo domingo
>acreditava nela sem questionar
>caio no choro e o Maicão me consolou
>disse que eu não tava sendo um bom amigo mas que ele nunca deixou de me ter como irmão
>bolamos desmascarar ela juntos
>ela ia pra casa dele toda sexta de noite
>realizo que era a hora que a mãe dela saía de casa pra ir pro culto de oração da igreja
>caraio_como_sou_burro.jpeg
>chifre.rar
>no dia seguinte falo com a Thais como se nada tivesse acontecido
>ela diz que me ama
>digo que amo ela tmb
>caraio, eu queria matar ela ali naquela hora
>mas amava aquela desgraçada
>feelsbad.png
>sexta feira
>19h
>tava com o Maicão escondido na rua da casa dela
>avistamos a mãe dela saindo de casa
>corremos pra mãe e contamos a história
>mãe não acredita, mas topa ir com agnt até a casa do talarico
>19:30h
>Thais sai de casa com um short enfiado no cu
>pqp pra quê enfiar tanto ssaporra?
>tava tão fundo que ela devia ta sentindo do gosto dele
>seguimos ela de longe
>a vadia entra na casa do moleque
>nessa hora a mãe dela já queria matar ela, mas eu fiz ela esperar
>entrei dando um chutão na porta da frente
>queria pegar ela com a boca na botija
>e consegui
>infelizmente a botija em questão era a rola do cara
>ela tava engolindo o pau daquele moleque com uma facilidade absurda
>nem sua mãe consegue engolir minha piroca tão fácil
>foco no gt
>Thais leva um susto tão grande na hora que morde o pau do cara
>num ato reflexo por conta da dor o cara da um murro na cara de Thais
>ela cai no chão
>a mãe dela comeca a bater nela com uma havaianas e depois começa a arrastar ela pelos cabelos pra fora de casa
>a Thais é arrastada pela rua até chegar em casa
>racho o bico com a cena como mil hienas comemorando a morte do Mufasa
>peço perdão pro Maicão pela cagada que fiz
>Maicão diz que fui um idiota, mas que era o irmão dele e que nada iria nos separar
>dois dias depois Thais chega na escola toda roxa
>tinha apanhado tanto que o conselho tutelar tirou a guarda dela da mãe
>ela chega perto e diz que quer falar CMG
>ignoro
>ela me puxa pelo braço, olha no meu olho e diz:
>como vc descobriu?
>digo que o Maicão me contou tudo
>ela diz que vai pra um orfanato hoje. Só foi na escola buscar sua transferência.
>Kkkkkjkkjjjk
>ela diz que eu posso rir agora, mas quem ri por último ri melhor. Disse também que nunca iria esquecer aquilo e que o Maicão iria pagar por ser x9
>puxo meu braço, dou as costas e vou embora
>ano 2016
>terminei a escola e faço faculdade
>Maicão faz o mesmo curso que eu e estudamos na mesma turma novamente
>full brothers +15
>desde o episódio com a Thais nunca mais tínhamos brigado
>trabalhávamos, tínhamos nossa independência
>tudo ia bem até recebermos o convite para uma festa que rolaria naquela noite
>eu e o Maicão dividiamos o apartamento agora
>o convite veio por baixo da porta dentro de um envelope
>open_bar.jpeg
>o envelope vinha com 2 pulseiras
>as pulseiras davam acesso à área vip da festa onde rolaria os alcoolismo
>ficamos relutante por um momento até abrirmos a carta
>a carta tava endereçada à mim e ao Maicão
>era uma letra de mulher
>não tinha muita informação só dizia que não deviamos perder a festa por nada e que lá tudo seria explicado
>não tinhamos nada à fazer então topamos
>22h
>party.time.jpeg
>logo de cara fomos recebidos por duas loiras peitudas que estavam de camisa branca
>ambas estavam dançando na entrada da festa enquanto se molhavam com uma mangueira
>séélococuzão.rar
>a festa tinha uma proporção de 4 depósitos para cada homem
>a cada dois homens, um era gay
>era tipo o plenário da câmara dos deputados só que ao contrário
>quando entramos no salão principal todo mundo virou pra a gente
>tipo aquela cena do universidade monstro
>as depósitos cochichavam entre elas
>pensamos que tinha algo errado conosco mas a vdd é que éramos os caras mais lindos dali
>na vdd nem éramos isso tudo, mas tínhamos rola e éramos heterossexuais
>feelsalpha.png
>fomos andando até a área vip
>a decoração da festa era cheia de fotos de uma depósito
>era uma ruiva 10/10
>a festa devia ser dela
>tive a impressão que ja tinha visto ela em algum lugar
>áreavip.gif
>a área vip era lotada de bebidas
>não tinha uma depósito abaixo de 8/10
>no buffet tinha camarão e lagosta
>mano do céu era a festa mais foda que eu ja tinha ido
>quando olho pro lado ta o Maicão atracado com uma mina
>dois minutos depois a mina larga ele e agarra outra mina
>ÉOQ?!
>aquilo tava parecendo um bacanal grego
>uma coisa no entanto me incomodava
>quem teria nos convidado?
>avisto a anfitriã da festa, aquela ruiva 10/10
>ela se aproxima de mim lentamente
>mano do céu, paudureci na hora
>só conseguia imaginar eu enfiando o pau tão fundo nela que quando eu terminasse ia ta na camada do pré-sal
>a calça aperta e ela percebe que estou preparado para o abate
>fico sem graça e tento disfarçar
>ela vem por trás de mim, ri e diz que eu fico lindo com vergonha
>gelei na hora
>caraio, era a Thais - pensei
>pergunto se ela era a Thais
>ela ri e me chama de idiota.
>diz que seu nome é Raquel
>caraio, ela nao tinha nada a ver com a Thais
>errei feio, errei rude
>pensei que tivesse estragado minha chance
>raciocinando com a destreza de um crackudo na fissura e digo:
>é porque thaislinda com essa roupa
>ela ri, eu rio, segue o jogo
>nessas horas eu nem sabia mais que existia um Maicão
>só pensava em mergulhar naquelas tetas magníficas
>na boa, se ela fosse minha mãe eu mamaria até hj
>quando olho pro lado o Maicão tava agarrado com duas ao mesmo tempo
>bodyshot.gif
>caraio o Maicão tava levando uma surra de peito na cara enquanto bebia e eu no 0x0
>me aproximo da ruiva já na maldade
>ela chega do meu lado
>põe a mão no meu ombro e fala na minha orelha direita:
>quem é esse teu amigo?
>poooooooooooorra.mp3
>o moleque ja tinha catado duas e agora ia catar a ruiva
>tive vontade de mandar ela se fuder, mas ele era meu brother, não podia prejudicar ele
>nenhuma depósito ficaria entre nós
>não deu nem 10 minutos do momento que disse o nome dele pra ela e ela ja tava agarrada nele
>a ruiva chupava a língua dele como se fosse o último picolé do verão
>avisto uma depósito 9/10 dançando sozinha
>penso em me aproximar, mas antes que eu chegue a ruiva puxa ela e põe na roda com o Maicão
>ja não entendia mais nada
>eu sempre pegava as depósitos +/10 do que ele e agora ele tava numa orgia de bocas e eu sem nada
>começo a beber
>realizo que ta na hora de baixar as expectativas
>avisto uma ananzinha 5/5 escorada no balcão
>me aproximo dela e pergunto se o pai dela era padeiro
>ela pergunta se era pq ela era um sonho
>eu digo que era pq eu queria comer a rosca dela
>sério que anã rabuda do carai
>a anã me dá um tapão e sai de perto
>vsf que festa merda do carai
>comecei a beber descontroladamente pra compensar a frustração
>dou em cima da garçonete
>a garçonete era uma trans
>ela me esnoba e vai embora
>vômito.rar
>caraio nem a mulher com rola me quis
>decido que hoje não é meu dia e que ta na hora de voltar pra casa
>procuro o Maicão pra ir embora cmg
>vejo ele entrando no carro com duas 1,5 depósitos
>pensei que ele tivesse indo pra um motel ou algo do tipo
>ele tava de mãos dadas com a ruiva e com a anã 5/5
>a ruiva olha pra mim, da uma risada e depois um xauzinho
>caraio que raiva daquela ruiva
>me esnobou e agora vai dar pro meu brother
>faço sinal pro Maicão que vou embora
>ele grita “Oklahoma”
>era nosso sinal secreto
>significava que ele ia realizar o ato de socação intra uterina e que eu não deveria incomoda-lo
>entendo o recado, dou meia volta e volto pra casa
>chegando em casa
>tudo girava por conta do álcool
>brinco um pouco com o o Visconde de Sabugosa até ele cuspir
>durmo
>no dia seguinte acordo com dor de cabeça, deitado no sofá
>percebo que tinham 537272717 chamadas não atendidas no meu celular
>todas do Maicão
>imagino todas as desgraças do mundo
>comeco a ligar de volta mas ele nao atende
>recebo uma ligação de um número desconhecido no meu celular
>é uma mulher
>ela ria descontroladamente
>disse que estava na festa o tempo todo me observando
>pergunta se a noite foi boa e se eu peguei alguém
>mando ela tomar no cu e digo que peguei a mãe dela
>ela racha o bico e diz que é impossível pq a mãe dela foi a primeira a pagar oq devia
>gelei na hora
>reconheci a voz
>era a Thais
>ela começa a contar seu plano do mal
>diz que foi parar num orfanato depois daquele episódio
>que apanhou muito da família onde foi parar mas a família era podre de rica
>a família produzia festas tipo o tomorrowland
>viajaram pra fora do país e levaram ela junto
>disse que por muito tempo quis se vingar mas a família não dava a foda
>dois meses atrás a família tinha morrido num acidente de carro e ela ficou como única herdeira
>ela pôs como meta de vida concluir a vingança que passou anos arquitetando
>disse que a festa foi planejada por ela
>que todas as depósitos da área vip foram contratadas por ela baseadas no meu tipo de mulher
>pergunta como me senti não pegando ngm e vendo o meu “amiguinho” catando todas
>respondo que a vingança dela era uma merda e que tava feliz pelo meu brother
>ela racha o bico e diz que a vingança dela não era me deixar sem pegar ngm
>ela queria se vingar dele por ele ter dedurado ela
>pergunto qual vingança há em encher a rola dele de depósito
>você verá - ela me disse
>desligo o espertofone e percebo que chegou uma mensagem do Maicão no oqueapp
>faz uma semana que o Maicão toma mais coquetel que o Amaury Jr.
pica relatada da mensagem
https://preview.redd.it/9o5g9y8ep3n51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=3dbefd7c59d10e7b40b9168ddac79176762f8591
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2020.06.13 15:45 Visurbr14 A Nice mãe e o "seu cachorrinho".

Olá turma,luba,editores,papelões e pets da turma, bem minha história é a seguinte,eu tenho um cachorro chamado Thor e tenho ele a vários anos(aproximadamente uns 7 anos)e a alguns dias atrás ele acabou fugindo de casa e como qualquer dono de um animalzinho de estimação eu fiquei super triste e preocupado, eu fiquei procurando ele por muito tempo no meu bairro aqui e como todo mundo se conhece eu perguntei a alguns vizinhos se eles viram o meu cachorro mas nenhum deles sabia pra onde ele foi oque me deixou bem magoado,mas foi aí que eu ouvi o choro dele bem perto da minha casa e quando eu fui ver ele estava na minha vizinha e quando eu vi ele estava na garagem da casa dela aí eu toquei a campainha e esperei ela atender mas parecia que não tinha ninguém em casa então eu fiquei do lado de fora de casa(com máscara ok) até ela chegar por que se eu fosse embora eu acharia que meu cachorro achasse que eu abandonei ele lá,então depois de meia hora de eu esperar do lado de fora da casa dela ela chega com sua filha de 5 anos aproximadamente no carro então ela abre a porta da garagem e meu cachorro vai até mim é eu pego ele e vou falar com a moça e sua filha e então teve o seguinte diálogo Eu:oi obrigado por deixar meu cachorro aqui em segurança. Ela:como assim seu cachorro,esse cachorro é da minha filha. Eu:como assim moça esse cachorro é meu eu cuidei dele boa parte da minha vida. Ela:Então por que ele estava na rua em,se você realmente fosse o dono dele voce não deixaria ele na rua. Eu:moça ele estava na rua por causa que ele fugiu de casa e eu estava procurando ele á um bom tempo. Ela:para de mentir criança voce só está com inveja do cachorrinho da minha filha. Eu:moça por favor eu só quero levar meu cachorro pra minha casa e parar de me preocupar e se você está disposta a roubar um cachorro só pra deixar sua filha feliz você é bem estúpida. Nessa hora a mulher fica descontrolada e me dá um tapa na cara fazendo eu cair no chão com meu cachorro nos meus braços,nessa hora não sabia oque fazer,se eu batia de volta ou perdoava e iria pra casa,então meu cachorro mesmo sendo pequeno ele começa a morder as pernas da moça tentando me proteger então eu pego ele de volta e a moça tenta roubar ele de mim então um cara(que eu considero meu salvador)chega e pergunta oque está acontecendo ,eu digo que aquela mulher estáva tentando roubar meu cachorro de mim e a mulher já que ela estava quase roubando meu cachorro da minha mão ele separou a gente e disse pra eu ir pra casa,eu cheguei em casa contei isso para Minha mãe e nos nunca mais falamos com aquela mulher, É isso luba espero que eu apareça na turma-feira
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2020.05.08 01:12 DinahY96 Se saio de casa, quase morro

Hoii pessoas, como estão? Espero que estejam bem! Neste post, vou falar das vezes que... Quase morri na rua.
Como eu estudava de manhã... Eu saia do colégio às 11:30. Eu e um amigo meu que era seminarista, estávamos conversando enquanto voltávamos pra casa.
Até que quando a gente tava prestes a atravessar a rua. (PS: A GENTE TAVA DE FRENTE COM A FAIXA DE PEDESTRE. )
Vimos que um homem parou a sua van para gente poder atravessar a rua. Só que do nada, um carro que tava parado atrás da van... Buzinou!
Eu e o meu amigo nos assustamos. Quando eu me assusto, eu paro no lugar e fico paralisada. Meu amigo, não.
Ele tentou me puxar pra fora da rua e do nada, o cara desceu da van e foi tirar satisfação com a pessoa que tava dentro do carro.
Do nada, o motorista do carro desceu também e ficou xingando o cara da van. O cara da van deu um soco no carro do cara e ouvi ele dizendo.
" VOCÊ QUER QUE EU ATROPELE ELES, POR ACASO? SEU IMBECIL! "
Fiquei tão assustada. Mas por sorte o meu amigo seminarista conseguiu me tirar da rua e fomos pra casa. Agradeci ele, pois eu tava bem nervosa.
O meu amigo seminarista parecia que tava tudo bem com ele. Ele estava muito calmo.
Alguns dias depois, quase fui atropelada. Mas em minha defesa... Não foi por minha causa. Eu tava indo no colégio com esse mesmo amigo seminarista.
A gente tava conversando sobre as matérias exatas. ( Eu tinha muita dificuldade de aprender física, Química e matemática. Já o meu amigo seminarista, ele tirava notas máximas. )
Enquanto a gente tava caminhando e conversando. Percebi que tinha uma menina que estudava no mesmo colégio que eu... Ela estava na minha frente.
Quando paramos para atravessar a rua. Vi que ela tava atravessando a rua de boa. Além do mais... Ela tava na faixa de pedestre.
Eu ia atravessar a rua também. Até que o meu amigo me segurou e gritou pra mim não ir junto. Quando ele me puxou pra perto dele, eu vi algo horrível. A menina que tava na minha frente, foi atropelada.
Por quê? A " bela " motorista... Estava mexendo no celular enquanto dirigia carro! Gente! Nunca façam isso!
Quando meu avô tá dirigindo carro, eu pego dele o celular, porque sei que ele vai querer atender o seu celular, não importa onde ele esteja! Por isso, pego celular dele quando entramos no carro.
Voltando para a história... Eu fiquei pasma quando vi a menina deitada no chão. A mulher que tava no carro, parou pra ajudar a menina.
Eu e meu amigo fomos para o colégio e tomei água com açúcar, pois eu tava muito tensa.
Teve um dia também que eu e minha mãe estávamos voltando pra casa. A gente tinha ido pra casa da amiga dela. Quando estávamos voltando pra casa, minha mãe viu algo no chão( na estrada ).
Ela pensou que era uma corda. Mas não. Quando ela viu uma cabeça se levantar, ela me empurrou e eu caí no mato.
Eu gritei com ela, perguntando no porque ela tinha feito isso comigo. Ela me puxou rápido pelo braço e fomos correndo pra casa. A mãe estava assustada.
Quando chegamos em casa, ela me explicou que viu algo no chão e pensou que era uma corda. E eu também tinha visto, mas como eu não conseguia enxergar direito... Nem dei bola no que eu tinha visto.
Até que ela falou que viu uma cabeça se levantando e ela percebeu que estávamos de cara com uma cobra.
( Como aqui na minha cidade tem muito mato, aparece muitas vezes, cobras, lagartos, etc. )
Então, ela me empurrou para mim sair de perto da cobra e eu retruquei.
" Mãe... E se tivesse mais cobras no mato? "
Minha mãe apenas me olhou torto e falou que o que importava é que tinha conseguido me salvar.
Bom... Espero que tenham gostado do post e até a próxima!
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2019.11.17 19:09 MaraCoastline Vítima de assédio

O machismo faz com que nós duvidemos de nós mesmas. "Eu estou vendo coisa onde não tem?" "Não, impossível! Isso não está acontecendo comigo." "Não, isso é normal, é normal, é normal..."
No início de Julho desse ano (2019), fui vítima de assédio e eu simplesmente não soube como reagir. Até hoje isso me dói, principalmente porque uma série de ditos motivos sociais não me permitem denunciar, me sinto impotente. Eu sou uma vítima que será julgada se abrir a boca.
Nesse dia, eu estava trabalhando sozinha na loja, porque minha chefe (A.E.) tinha viajado para trazer novidades para a loja.
Eram quase 10:00 da manhã quando um cara (R), entra na loja para pagar um óculos que comprou. Pagou o óculos e me pediu para ver os shorts masculinos. Eu simpaticamente peguei todos que poderiam lhe servir, entreguei e lhe indiquei o provador, ele entrou no provador e logo em seguida entraram duas mulheres na loja, eu fui lhes atender. Foi então que eu senti que algo estranho estava acontecendo, enquanto eu atendia essas mulheres, não percebi nenhum movimento do R., ele não saía do provador, não pedia mais bermudas e nem sequer abriu a boca, foi como se ele não estivesse lá. Cheguei a pensar que ele queria minha opinião, mas tinha vergonha demais para sair e outras pessoas também o verem e opinarem...não sei, ele tinha cara de envergonhado e juro, eu pensava que ele não era muito normal, mesmo sabendo quem ele era, já que é casado com a A., que eu conheço há muito tempo (o pai dela ia com frequência ao bar do meu pai para conversar)...Acredito que nenhuma das mulheres que atendi tenham percebido que ele estava lá na loja, no provador. Quando essas mulheres saíram, eu então perguntei "R. deu certo alguma bermuda?" Foi onde meu mundo inteiro perdeu o sentido...Ele me disse que não conseguia abrir o cinto de uma bermuda para experimentar e ai abriu a cabine, ele estava nu, sem as roupas íntimas. Meu coração acelerou e meu cérebro deu bug. Eu só pensava "Ele não é normal, aja naturalmente...meu Deus, será que ele age assim sempre? Será que já fez isso antes?" Peguei a bermuda rapidamente, virei de costas e ele fechou a cabine do provador, quando abri o cinto joguei por cima da cabine para ele. Imediatamente mandei mensagem para minha amiga que trabalhou na loja antes de mim: "I., tu já atendeu o R. esposo da A. alguma vez na loja?" Ela me respondeu que não, só quem atendia era a minha chefe. Então, eu respirei e mesmo sabendo que era o pensamento mais louco do mundo quis acreditar que só minha chefe atendia porque ele realmente não era normal.
Então ele saiu da cabine com as bermudas e me disse que queria ver outras, eu tentei manter o sorriso e peguei mais bermudas e lhe entreguei. Então ele foi experimentar e daí disse "Essa aqui está apertada, nem está subindo direito" e mais uma vez abriu a cabine e disse "você pode me ajudar a tirar? não estou conseguindo" e ele estava com a bermuda no meio das pernas, sem roupas íntimas. Puxei a cortina entre ele e eu para manter distância, puxei a bermuda para soltar de onde estava presa e saí o mais rápido possível, com ânsia de vômito. Eu definitivamente estava perdida, sem saber como reagir. Nesse momento eu falei baixinho pra mim "tá errado, Mara...tá errado, Mara...Esse cara é louco" e escrevi mais uma mensagem para minha amiga: "I., acabou de acontecer uma coisa muito estranha" ela imediatamente respondeu me perguntando o que aconteceu.
Ele saiu do provador com as bermudas, escolheu duas (se não me engano), olhou pra mim e comentou "As garotas da Ser...são mais soltinhas né?" Eu com a cara fechada respondi "Eu não sei não, eu sempre fui de ficar em casa e quase não sair e minhas amigas são do mesmo jeito" nesse momento talvez ele tenha percebido minha alteração porque baixou a cabeça e disse "não é que eu..." e eu retruquei antes dele terminar "pronto, está aqui sua sacola". Ele pagou uma parte e ficou faltando outra que ele ia pagar depois. Assim que saiu eu continuei falando com minha amiga e contei tudo o que aconteceu. Ela me respondeu: "Amiga, tu entendeu que acabou de ser assediada, não é?" Eu comecei a sentir um forte incômodo no estômago e o choro entalou na garganta. Ela continuou "Liga para a chefe agora e conta o que aconteceu, não espera até ela chegar". Mandei mensagem para minha chefe: "A. E., acabou de acontecer algo, preciso urgente falar contigo" Ela não me respondeu, liguei para ela e também nada de atender...mandei mensagem para outra amiga (G) que estava conversando mais cedo e para o meu namorado na época (T). Consegui mandar áudio para essa amiga contando, não lembro se tive coragem de contar tudo...para o meu namorado perdi a coragem, por algum motivo eu simplesmente não soube como falar então calei e disse que depois eu falava, ele disse que tudo bem, que ia dormir e mais tarde nos falávamos. Tudo isso aconteceu mais ou menos em 30 minutos.
Em seguida, uma das mulheres que eu estava atendendo voltou e enquanto ela estava lá o R. apareceu novamente para terminar de pagar a conta. Meu coração acelerou e eu inconscientemente só soube agradecer por não está sozinha naquele momento. Ele olhou assustado, me deu o dinheiro e saiu da loja. A mulher foi embora também e novamente eu estava sozinha, então peguei meu celular e vi a ligação da A. E., consegui finalmente falar com ela. Eu chorei no telefone, chorei como criança porque eu fiz o que nunca pensei que ia fazer, agir naturalmente enquanto algo desse tipo acontecia. Minha chefe ficou sem reação, ela também não acreditava no que tinha acontecido, que se fosse ela tinha gritado e colocado para fora da loja, mas me entendia, porque eu era apenas uma moça sozinha que paralisou frente ao medo. Eu disse que não queria nunca mais atender ele e ela imediatamente me disse que nunca mais eu ia atender ele e nem outros homens iriam usar o provador enquanto eu estivesse sozinha na loja. Que se eu quisesse denunciar o que houve ela me apoiaria ou então contar para a mulher do R...Mas eu não tinha nenhuma testemunha do que aconteceu, era minha palavra contra a dele e se meus pais soubessem, eles iam ficar tão loucos que era capaz de acontecer uma tragédia. Nós moramos em uma cidade pequena, com que cara eu conseguiria andar com todo mundo me olhando e comentando sobre o fato? Eu não tinha nem coragem de contar para a A. sobre como o marido dela agiu. Eu estava sem chão e completamente indefesa, sem nada que me sustentasse. Tudo me levava a calar e como é traumatizante.
Cheguei em casa meio dia para almoçar e pedi a minha irmã (Y) para escutar o áudio que enviei a minha amiga G. Ela ouvia e olhava pra mim enquanto lágrimas caíam do meu rosto silenciosamente. Eu tava com tanto medo que pedi para ela ir a tarde comigo para a loja, mas ela não podia por causa de trabalhos da faculdade. Então mandei mensagem para um amigo agregado da família (C), relatei por cima e pedi que ficasse comigo. Já na loja eu contei pra ele e falei como eu ainda não sabia com que palavras eu ia contar para o meu namorado na época (T) mas tinha que contar. Não sei o porquê disso, eu sabia que ele ia me entender, acho que estava com vergonha e não queria ele querendo tirar satisfações ou qualquer coisa. No fim, eu estava com vergonha de mim, eu me odiava naquele dia e ainda hoje por ter agido daquela forma. No fim daquela tarde contei sem tantos detalhes o que houve para o meu namorado T. Ele ficou desnorteado e disse que apoiava a minha decisão. Mas ainda não acabou...
No final de Julho de 2019, nós estávamos em uma festa e meu namorado T me levou para sentarmos na calçada da igreja, enquanto caminhávamos até lá, eu vi o R. com sua esposa A. Me encolhi perto do T e disse "Foi ele, T" e ele perguntou "Ele quem??" e eu continuei "O cara da loja que eu te falei" já tinha um nó na minha garganta nesse momento, o T segurou um pouco mais forte minha mão e passamos o mais longe que deu. Quando eu olhei para trás, o R. estava me olhando. Eu virei rapidamente e continuei andando até sentar na calçada e fingir que nada tinha acontecido. Nessa noite, eu fui dormir na casa da minha melhor amiga (E), contei tudo para ela e mais lágrimas escorreram, aliás, toda vez que preciso falar sobre isso, meus olhos enchem de lágrimas e o nó na garganta surge.
Em Agosto de 2019, mandei mensagem para a A., contando que agora eu era candidata ao Conselho tutelar e se ela podia me ajudar votando em mim (De verdade, ela é um amor). Ela me disse que tinha prometido o voto dela para uma amiga, mas torcia muito por mim. Até ai tudo bem, mas em seguida ela me manda mensagem dizendo que o R. mandou me dizer que ele ia votar em mim. Eu não soube nem o que responder. Um tempo depois recebi solicitação de amizade dele nas redes sociais e ignorei.
Até hoje, minha chefe A.E. quando viaja me manda mensagens perguntando se nada de anormal aconteceu e se eu estou bem. Até hoje, a maioria dos meus amigos não sabem que isso me aconteceu e boa parte dos que sabem, não conhecem essa história por completo.
Se antes eu não consegui denunciar, hoje muito menos...continuo traumatizada, me sentindo impotente e ridícula por não ter agido como sempre pensei que agiria se algo assim me acontecesse. Meus amigos me dizem que não tenho culpa, que é normal paralisar, que entendem que eu tenha medo de abrir essa história para quem eu deveria, medo de ser julgada e de acontecer algo fora do controle. Eu ainda sinto que é só a minha palavra contra a desse cara e ainda por cima, um argumento muito forte "Ela agiu naturalmente, por que agora está aqui denunciando? é mentira dela"
Eu sou mais uma vítima da sociedade machista, que me impediu de acreditar que eu estava sofrendo assédio, que me fez duvidar do que estava pensando e sentindo, que me fez calar e achar que tudo era normal sendo que nada daquilo era normal e principalmente que me fez ter medo de tudo.
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2019.02.22 21:29 13FHY Tobby whity

Era uma tarde de verão os raios de sol entravam pela janela enquanto minha mãe fazia sanduíches na cozinha até que ouvimos uma batida na porta eu me levanto correndo pensando que seria meu pai...mas não,nao era ele...quem estava ali era um homem alto de terno ele tinha um sorriso largo no rosto e me olhava carinhosamente depois de longos minutos minha mãe apareceu atrás de mim olhando para o homem
"Quem é você?" Minha mãe falava com uma expressão confusa e ao mesmo tempo seria
"Sou um amigo do seu marido" minha mãe pareceu confusa mas acentiu deixando o homem entrar eu segui os dois até a sala olhando o homem se sentar na poltrona do meu pai com a perna cruzada sorrindo para minha mãe que logo fez menção de retribuir
"Qual seu nome pequeno?" Eu despertei de meus devaneios e encarei o homem a minha frente
"S-sou o Lucas" o homem sorriu e inclinou-se com a cabeça na sua mão
"Sou Diana e você?" Minha mãe tentava disfarçar a desconfiança em sua voz mas eu sabia que ela estava desconfiada daquele estranho amigo do meu pai
"Sou o tobby whity" minha mãe concorda novamente até que ouvimos um barulho na porta minha mãe se apressa em atender e meu pai entra na sala estava ofegante e com as roupas meias desajeitadas que o normal
"Acho melhor você subir pequeno Lucas" o homem falou me olhando...Eu olho para meus pais e meu pai concorda com a cabeça eu levanto e vou para o meu quarto confuso fechando a porta atrás de mim fiquei horas e horas sentado na cama entediado
"F-filho desc-ça por favor" meu pai guaguejou lá de baixo era estranho o que tinha acontecido para ele ficar daquele Jeito. desci as escadas correndo encontrando minha mãe com a expressão de medo e meu pai com algumas lágrimas nos olhos aquele homem continuava com o sorriso
"O tobby vai ficar por um tempo com a gente trate ele bem" não entendi muito bem mas concordei com a cabeça tobby que estava ao lado dos meus pais veio até mim pondo as suas mãos nos meus ombros
"Espero que sejamos amigos pequeno" tobby fala
"S-sim" aquilo tudo estava me assustando muito mas decidi ficar quieto e obedecer tudo.
(1991)
Estava no sofá lendo um livro que tinha ganhado de presente do tobby ele era legal comigo comprava doces e me levava para todos os lugares que meus pais não deixavam
"Você gostou mesmo deste livro não é" eu olho para ele que estava sentado à minha frente. Eu abaixo meu livro e respondo sua pergunta
"Acho que sim" sorrio meio sem jeito agora olhando o livro
"Ele fala sobre o que"
"Ahn....sobre o amor de dois jovens" ele sorri se levantando e vindo em minha direção logo se sentando do meu lado com a umas de suas mãos atrás da minha cabeça e a outra ficou na minha coxa alisando ela lentamente
"Não...mas foi uma ótima resposta...vou te dizer o que e o amor" ele fez uma breve pausa mas logo começou a falar novamente
"O amor e quando você ama tanto uma pessoa que quer fuder com ela de qualquer jeito e morreria se não fizesse...isso é o amor" eu estava paralisado queria empurra-lo e sair correndo o mais rápido e me trancar no meu quarto mas eu não me mexia meu corpo não obedecia meus comandos
"Você ama alguém assim" Ele sussurra perto do meu ouvido me fazendo arrepiar. Eu balanço a cabeça negando enquanto ele continuava com suas mãos na minha coxa mas agora apertava um pouco mais elas
"E-eu quer-ro ir embora" estava tremendo sentia as lágrimas descerem pelo meu rosto sinto o sorriso de tobby aumentar e assim Ele beija minha bochecha molhada pelas lágrimas
"Somos amigos não somos...confie em mim" ele agora escorregou sua mão pela minha cintura apertando firmemente e com a outra pegou meu queixo e virou meu rosto de encontro ao seu assim me beijando. Senti sua língua na minha senti seu gosto se misturar com o meu. Eu tentava empurra-lo mas suas mãos forçavam minha nuca a aprofundar o beijo....depois de longos minutos ele me solta deixando uma fina camada de saliva eu o olhava apavorado enquanto ele sorria
"Esse foi seu primeiro beijo" eu me sentia enjoado queria soca-lo e fugir e nunca encontrá-lo novamente queria correr para os braços dos Meus pais e contar tudo mas também algo martelava em minha mente como eles iriam reagir com nojo por seu único filho beijar outro homem eles iriam me odiar ou iriam me apoiar
"Tsc você não pode contar isso para ninguém vai ser nosso segredo" eu engulo em seco e concordo com a cabeça ele chega mais perto
"Eu vou ir no seu quarto hoje a noite deixe a porta aberta" ele sussurra saindo e me soltando me deixando sozinho...Eu limpo as lágrimas e tento me acalmar
(20:30)
Tinha acabado de comer estava deitado na minha cama com os olhos arregalados olhando a porta a escuridão tomava conta do corredor me deixando mais assustado.
Me viro paro o lado tentando não olhar muito para o corredor...Estava quase pegando no sono quando sinto a cama ao meu lado afundar e mãos tocarem minha pele por debaixo da camisa sinto a respiração no meu pescoço e o medo começar a florescer dentro de mim pelo que vinha a seguir. Minhas calças estavam sendo tiradas junto com minha cueca e assim me virando afundo minha cabeça no travesseiro enquanto sinto lágrimas molharem ele sinto a pessoa se deitar sobre mim e começar a beijar minhas costas e dar fortes mordidas eu já não aguentava segurar o grito então ele põe uma fita em minha boca e também amarrando minhas mãos nas madeiras da cama. Ele levanta meu quadril batendo fortemente em uma de minhas nadegas eu chorei mais meus cabelos grudavam no meu rosto e logo depois senti uma dor insuportável nas minhas partes íntimas eu tentava a todo custo me desprender das amarras mas era inútil a dor só aumentava enquanto eu me mexia para tentar escapar. Minhas pernas que antes estavam levantadas agora escorregavam pelo colchão mas mãos seguraram minha cintura me levantando novamente a posição atual só que agora me movimentando para frente e para trás fazendo a cama ranger e bater na parede eu esperava que meus pais ouvissem e viessem me socorrer....mas nada aconteceu ele continuou com isso em diferentes posições e quando tudo acabou estava cheio de marcas meu corpo todo doia minha cabeça doia e senti alguém bater forte em minhas coxas eu levanto num pulo
"Levante precisa tomar um café" ele estava com uma camisa branca e calças pretas sorrindo abertamente eu novamente me senti enjoado lembrando das cenas minutos atrás
"Ou você quer ficar aqui na cama e maratonar comigo" ele se aproximou com um sorriso malicioso no rosto eu rapidamente me levantei e pedi para ele sair enquanto iria trocar de roupa....ele obedece enquanto eu visto minhas roupas tentando ao máximo não parecer machucado ou assustado.
Desço as escadas encontrando meus pais e tobby sentados mas tinha algo estranho tobby estava sentado na poltrona do papai junto com ele minha mãe servia café sorrindo abertamente e meu pai no sofá ao lado cabisbaixo
"P-papai" eu guaguejei todos olhavam para mim fui andando ignorando a dor que estava me incomodando e parei em sua frente
"Filho t-tudo bem" Eu sabia que ele estava forçando um sorriso mas eu deixei de lado e acenti olhei novamente para minha mãe e seus olhos estavam inchados e vermelhos mas continuava sorrindo....tobby me olhava de cima abaixo minha mãe percebeu e entrou na sua frente fazendo ele olhar diretamente para ela
"Quer mais café" ela fala ainda com o sorriso no rosto meu pai pega na minha mão e sussurra para ir brincar com as outras crianças eu concordo saindo indo até a casa da frente onde tinha uma garota mais velha que eu chego lá e bato na porta sua mãe abre estava estranha olhos vermelhos e suas bochechas estavam vermelhas
"O-oi Paulo....o que f-faz aqui"
"Vim...brincar com a rose"
"Rose...ah ela está mal"
"Tudo bem" Eu abaixo minha cabeça e volto para casa mas até que vejo o vizinho do lado estava saindo de sua casa seu braço enfaixado junto com seu olho roxo ele me olha e da um leve sorriso
"Filho vem vamos sair" minha mãe com meu pai saindo às pressas da casa ela me pega pela mão e me guiando até o carro eles me levaram para o shopping e ficamos comendo e passeando por todo lugar voltamos de noite para casa minha mãe me mandou ir direto para o quarto e não sair até Amanhecer...Eu achei estranho mas obedeci tobby não foi essa noite o que me tranquilizou mas logo escutei uns barulhos e vozes vindo de lá debaixo.... eu lembro que minha mãe me disse para não sair mas a curiosidade era maior então eu desço as escadas silenciosamente mas paro em um dos degraus meus pais estavam em volta e tinha mais os vizinhos tobby estava amarrado em uma cadeira sorrindo
"Chegou a sua hora desgraçado" o vizinho da casa ao lado falava enquanto olhava com raiva para tobby
"Vamos te matar você desgraçou demais nossas vidas" Rose a vizinha da frente de minha casa falava
"Queime no inferno filha da puta" meu pai falava bem em frente ao rosto de tobby depois se afastou tirando uma arma da cintura e apontando na cabeça dele enquanto sorria
"Você vai queimar no inferno quando eu vim te buscar junto com a vadia de sua mulher"
"Cala a boca seu merda" meu pai cuspia as palavras mas tobby não parou
"E sabe o que vou fazer com seu filho vou fuder de novo ele até não conseguir mais andar" eu estremeci os vizinhos olhavam apavorados e com nojo ao mesmo tempo meu pai apertou o gatilho...o som alto fez eu tampar meus ouvidos mas logo tiro eles quando ouço a risada de tobby ele levanta a cabeça e um líquido preto saia de sua testa mas logo em seguida uma dor de cabeça forte me atingiu e da minha testa saiu um pouco de sangue
"Que merda e isso" o outro vizinho falava minha mãe grita para a vizinha pegar um galão de gasolina e ela obedece e volta correndo derramando em tobby meu pai pega o fosforo e acende tocando no corpo de tobby...ele não se mexia nem gritava até que seus olhos encontram o meu e seu sorriso se alarga mais eu corro novamente para o quarto só que desta vez suava parecia que estava queimando por dentro consegui dormir mas com muita dificuldade minha mãe me acordou chacoalhando ela estava com a expressão preocupada
"O que" perguntei ofegante aquela queimação não parava minhas bochechas ardiam
"Esta com febre" ela me pegou e entrou no carro pude ver uma parte do chão preto na sala efeito da noite de ontem minha mãe acelerou e conseguimos chegar no hospital a tempo o médico me examinou e receitou um remédio e repouso
"Mamãe vai ir pra casa por um segundo e já volta ta" ela falou beijando minha testa e logo cobrindo com o pano molhado eu aceno com a cabeça e ela fecha a porta atras dela....Eu fiquei esperando por horas ela voltar mas nunca a vizinha veio me buscar já era 20:30 ela tinha me deixado lá as 7 da manhã
"Olha ela deve ta trabalhando muito e não teve tempo" a vizinha tentava me confortar mas eu ficava mais apreensivo chegando na minha casa corri e abri a porta cai no chão naquele exato momento cabeça do meu pai e minha mãe penduradas seus corpos estavam na mesa com os órgãos para fora as paredes sujas de sangue e palavras escritas em sangue
"Estou dentro de você pequeno"
A vizinha liga para a polícia imediatamente enquanto outros vizinhos tentam me confortar a polícia prometeu achar o assassino o caso foi noticiado nas mídias e algumas falavam mentiras sobre drogas e outras coisas fui morar com minha tia depois disso e agora com 13 anos estudo em uma escola particular tecnicamente vivo feliz mas aquilo sempre irá me encomodar principalmente agora que estou sozinho em casa e tem um homem na esquina olhando minha casa.
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2019.01.11 15:41 Dimitri_Vladvostok O caçador de segredos [longo e bastante amador]

Eu quero fazer uma confissão. Não tenho ninguém que seja elegível a ouvir o que tenho a dizer, por isso vou jogar esse relato no confins da internet anônima antes que eu finalmente deixe de existir...o que não é de tudo ruim.
Tenho um dom, algo que você já deve ter visto ou ouvido falar de alguma forma similar, e provavelmente era falso. Mas comigo é verdade, infelizmente. Sabe aquele negócio de enxergar as ‘’auras’’ das pessoas? Pois então, eu não vejo auras, mas as ‘’camadas’’ delas. Vou explicar melhor. Cada pessoa tem suas ‘’informações’’ guardadas dentro dela. Essas informações são sua história de vida, fraquezas, qualidades, gostos, desgostos, segredos, memórias, sentimentos, etc. Cada uma dessas informações tem um certo grau de confidencialidade, e são divididas entre camadas, onde as coisas mais superficiais e ‘’visíveis’’ ficam na camada mais externa, e os segredos e características mais profundas ficam nas camadas internas. ‘’Pessoas são como cebolas’’ é o que costumo dizer, graças a isso.
Durante a vida conhecemos uma quantidade incontável de pessoas, e cada uma delas sabem uma certa quantidade sobre você, e vice versa. Cada uma sabe até uma certa camada da sua pessoa, e você, conhece diferentes camadas de diferentes pessoas, geralmente quanto mais próximo, mais profundo. A questão é que consigo ver isso no mundo real, de forma telegrafada, (agora que domino essa habilidade) no momento que quiser. Mas não pense que isso é algo bom não, é exatamente por causa disso que estou escrevendo esse texto, e contando o que aconteceu.
Desde que comecei a sair da adolescência e entrar para a vida adulta tive muito empenho em ajudar os outros e ser gentil, me faz me sentir útil aos outros, mais vivo. Talvez porque nunca experimentei esses valores durante a infância, mas isso não vem ao caso. É um episódio que ficou para trás, e não vou desenterrar ele. Graças a essa boa atitude, conheci muita gente, e lentamente graças a algumas dessas pessoas fui perdendo minha timidez. Me tornei um bom ouvinte, aprendi a conversar e ser uma pessoa mais adorável de se ter perto. Li vários livros sobre esse tema, e a coisa mais importante que aprendi foi que a coisa que todo ser humano mais anseia é a apreciação. Todo mundo quer ser apreciado, ouvido, gostado pelos outros. A sensação de ser importante é como uma droga, e nós alimentamos os outros com ela por meio de conversa e linguagem corporal. Existem diversos pequenos sinais (visíveis e subconscientes) que lhe mostram que alguém está interessado no que você está dizendo ou fazendo, sendo um ouvinte ativo, pela postura amistosa e interessada, no olhar.
Por entender isso, passei a virar parceiro de conversa de muita gente. Muitas vezes falava com alguém que considerava somente um mero colega, aquele que você se dá bem mas não para chamar no aniversário, e essa pessoa começa a contar sobre sua vida ou algum problema, algo pessoal. Então eu entro em um estado de ‘’woah porque ele tá falando isso?’’ e tento meu melhor para ajudar.
Quando completei meus 18 anos algo mudou, um dia qualquer eu acordei com a visão toda embaçada, pensei ter ficado parcialmente cego ou algo do tipo, depois de um certo pânico tudo voltou ao normal. Mas eu estava sozinho em casa aquele dia, minha família havia ido viajar a negócios e só voltava no fim de semana. Nessas horas meu contato humano é bem escasso, gosto de ficar em casa sozinho fazendo tudo que dá na telha, com o silêncio e somente os sons que eu mesmo produzo. Quando saí na rua, já estava vendo as pessoas daquela forma: No peito de cada um havia um círculo, como se estivesse pintado em seu corpo. Claro que inicialmente foi um choque, apesar de ler um pouco sobre misticismo e pessoas com ‘’dons’’ não levava isso completamente a sério. Saí na rua e comecei a observar as pessoas, e todas tinham esse padrão. Até que encontrei um amigo no caminho, e ele era diferente. Haviam três círculos, cada um após o anterior um pouco mais para dentro e menor. Fiquei olhando pra aquilo feito um bobo a ponto de nem me lembrar de cumprimenta-lo, até que voltei a realidade quando o mesmo me chamou alegremente para dar oi. Voltei pra casa, pesquisei sobre isso, nada. Nem nos fóruns mais malucos onde lunáticos claramente inventam superpoderes e acontecimentos havia algo sequer similar a isso.
Dias depois, quando encontrei meus pais, notei que eles tinham também esses círculos, mas ainda mais que o meu amigo, e mais profundos. Como não sou tão bobo, finalmente percebi a lógica disso. Eram pessoas mais próximas, comecei a comparar a quantidade dos círculos de cada um com coisas sobre eles, até que cheguei no ponto: Grau de conhecimento sobre a pessoa.
Depois de meses aceitando e até mesmo ignorando esse curioso caso que agora afetava minha vida, tentei achar alguma utilidade boa para isso. Comecei a participar de comunidades de ajuda, prevenção ao suicídio, coisas assim. Na minha cabeça, se eu tivesse essa vantagem de saber o quanto eu já sabia sobre cada pessoa que estava em um caso perigoso, junto com minha tendência a ajudar e conversar bem, poderia lidar melhor com cada um se baseando nessa margem. Se eu já enxergasse fulano com vários círculos depois de algumas conversas, saberia que tenho bastante informação para trabalhar, e poderia ajudar e dar conselhos com base no que sabia, porque era tudo verdade. Como uma ‘’confirmação’’ de que estava tudo certo.
Tudo ia muito bem, me convenci de que isso era mais uma bênção que só um evento aleatório. Até que involuntariamente comecei a usar isso na minha vida. Nos meus amigos. Nos meus parentes. Havia essa amiga, Vamos chama-la de Ms. Ms e eu éramos amigos de um bom tempo já, conversámos muito e se dávamos incrivelmente bem. Depois que ganhei esses olhos (É como passei a chamar minha habilidade), percebi que ela tinha 3 camadas. Fiquei contente até, como já disse antes, foi uma confirmação de quão ‘’confiável’’ eu era.
Não.
3 camadas, pelo que observei com o tempo, é o nível ‘’amigo’’. Na vida, 95% das pessoas com quem você faz amizade serão amigos, e somente 5% serão os amigos mesmo. Aquelas pessoas com quem você pensa em chamar e conversar, que você vai além do small talk ou de conversa oportuna em um momento social, aquela pessoa que você confia. Esses são os 5%.Sinceramente, nunca tivesse interesse algum em pessoas que não fossem dos cinco. É como se elas só enchessem um vazio que precisava ser preenchido porque a sociedade manda você ter muita gente e interagir o tempo todo. É como se tudo que fizesse com essas pessoas fosse artificial, mais como um trabalho que como algo genuíno e voluntário. Acontece que, eu considerava Ms. Uma pessoa do grupo de amigões, baseado em vários dias e conversas pessoais, etc. Nos entendíamos, assim como era com algumas outras poucas pessoas, que ao contrário dela, tinham mais camadas. Toda vez que aparentemente atingíamos um nível diferente, seja falando sobre um problema ou história, pessoalmente, nada mudava. Eu ainda enxergava as 3 camadas.
Confesso que tenho um certo vício nisso. Em ser apreciado, confiado, importante. Agora, percebo que grande parte das coisas que eu fazia eram pela recompensa, onde eu no fundo não dava a mínima para a pessoa em si, só pela sensação, a gratidão. E enquanto por um lado isso não faz diferença para a pessoa, pois tecnicamente ainda sou algo positivo para elas ajudando, o caso muda quando sinto que perco essa importância. A complacência imediata para o que der e vier se converte lentamente em apatia, pois sendo franco, aquele indivíduo não me servia mais.
Com o tempo isso começou a acontecer com Ms, pois fiquei cheio de nada nunca acontecer, e esse mistério de aparentemente estarmos bem mas meus olhos dizerem o contrário. Mas deixamos essa história de lado por enquanto.
Graças aos olhos, também comecei a detectar mentiras ou irregularidades nas pessoas quando conversávamos. Em algumas ocasiões, em algum momento quando me falavam algo mais pessoal, considerado uma camada mais funda que o normal, nada mudava. Eu metodicamente categorizei cada tipo de informação de acordo com seu grau de camada visível, baseado em quando tal informação foi contada e a mudança imediata de camada na pessoa. E por causa disso, segundo o padrão, nessas situações seus círculos deveriam imediatamente aprofundar em um nível, pois havíamos atingido uma nova fase. Mas não, não acontecia. Então ou era mentira, ou irrelevante. Mas aí é que está! Ela contava como se fosse algo importante. O que indicava segundas intenções, e quase nunca estive errado sobre isso.
Meu pai. Ele só tinha quatro camadas. Isso significa conhecimento sobre gostos e hábitos, e opiniões. Mas isso é superficial, não pode ser o máximo que você tem com seus pais. Deus, eu tinha amigos dos 95 mais profundos que ele! Comecei a me questionar se era porque mentia muito para mim (ou nós, como família) ou se simplesmente não falava nada mesmo. Comecei a puxar assunto com o velho, querer saber das coisas, virar ‘’amigo’’ mesmo dele. Nada. Certo dia, enquanto ficávamos sentados na varanda tomando café e conversando, tentei me puxar para as histórias de família, infância, até conhecer minha mãe, etc. E ele falou bastante coisa, a maioria eu já sabia, mas absolutamente nada aconteceu. Eu queria saber o que havia de errado com ele. Eu queria saber o que me levaria a chegar mais fundo nele. E eu nunca percebi o quanto errado eu estava agindo, como não me importava com ninguém, como minhas buscas eram egoístas e sem empatia pelos outros. Decidi olhar seu celular, o bobão usava a mesma senha para absolutamente tudo. Entrei no seu e-mail, abri seu whatsapp até as primeiras conversas do telefone, Messenger, tudo. Ele falava com muita gente. A grande maioria eu não faço ideia de quem sejam. Descobri que ele tem aquele hábito de tiozão grotesco que mexe no facebook, fica indo em privado de mulheres novas e atraentes, falando aquelas frases horríveis de cantada como se fosse um iludido galanteador dos anos 90. Minha espinha doía lendo aquela vergonha alheia, nem cheguei a pensar na parte de isso de certa forma ser traição.
‘’Como está o garoto?’’‘’Passou direto, esperto como o pai’’
‘’ainda bem que ele puxou a cabeça, não a cara! Hahahha’’
‘’enfim, quando você vem ver ele?’’
O desgraçado tinha outra família escondido. Eu não faço ideia como, vasculhei um pouco o perfil dessa mulher e aparentemente o filho dela tem uns 7 anos. Isso significa que foi durante o casamento, na metade dele, na verdade. Eu só queria ver ele pessoalmente naquela hora. Eu queria contar camada por camada, quantas haviam surgido naquele filho da puta. SETE. SETE. Ele achou que eu estava drogado quando comecei a olhar para o peito dele e contar em voz alta, olhos arregalados e uma cara de maníaco, até ir para o quarto. Aquilo era extremamente bem escondido e pessoal. Se fosse um mal entendido não poderia passar de sei lá, cinco. Mas não, Sete camadas. Eu havia acertado seu ponto fraco, e iria fazer bom uso dele.
Depois de muito tempo isolado com meus pensamentos de o que diabos eu iria fazer, comecei a revirar minhas memórias, analisar a tabela de camadas e como nada ali batia, como tudo provavelmente era mentira ou irrelevante, comparado a tudo que ocorria por baixo dos panos.Lembrei das vezes que os dois discutiam, e um certo evento se destacou dos outros. Enquanto o pai berrava sobre algum motivo de discussão imbecilmente aleatório como de costume, minha mãe, mais exaltada que o normal, solta ‘’Vai voltar a fazer igual antes? Tu começa de novo que vai direto para a cadeia’’. Eu não estava exatamente no local, para ser sincero estava no meu quarto, jogando, pouco me fodendo para ambos. Aquilo deu um click na minha cabeça, eu queria cavar mais a fundo isso. Então meu alvo era a mãe. Resumindo a história, ele tinha o excelente hábito de agredir. Principalmente quando bebia, algo que acontecia quando as vendas não iam bem.
Eu denunciei ele. O miserável me expulsou de casa antes de ir preso, obviamente. Arrumei um teto graças a alguns amigos e estava me virando, valeu a pena. Fiz testemunho, disse o que ouvi, forcei ela a dizer a verdade. Não foi difícil, mãe nunca foi a pessoa com grande QI. Na verdade eu estava fazendo um favor a ela se livrando desse lixo humano. Mas não, não estava pronto ainda. Eu conhecia alguém que estava preso por aqui também. O cara foi uma das pessoas que ‘’ajudei’’ nos tempos sombrios nos grupos de ajuda. Ele era um drogado, roubava qualquer pessoa sem dar a mínima, e para não ter peso na consciência, visitava o centro para contar que ‘’errou’’ e se arrependia. Pra mim era só uma desculpa para não se sentir um completo filho da puta, o que é ainda mais egoísta que roubar. Enfim, acontece que ele se dava muito bem comigo, afinal ele só queria algúem para ouvir suas lamentações e ir embora antes da polícia aparecer (não que eu tenha alguma vez chamado).
Como ele terminou preso? Foi pego, obviamente. Mas teve a feliz ideia de tentar bater no policial para fugir, e obviamente piorou mais ainda. Acontece que esse cidadão e meu velho iriam ficar temporariamente presos juntos, quem diria? Eu fui visitar esse velho amigo, dar umas risadas e tirar ele um pouco desse ambiente decadente sem esperança. E claro, pedir um favor. Contei para ele tudo que meu pai fez, com alguns comoventes detalhes, e conforme ele ia se identificando com a situação e falando que passou por algo parecido. Opa, mais uma camada! Fui moldando a história para ficar mais coincidente com a dele, afinal vale tudo para se ter apreciação e lealdade. Disse para ele dar uma surra no velho. Era o que eu mais queria fazer mas não era capaz. Ele disse para não se preocupar, a ‘’vida’’ iria dar o troco. Depois disso eu já sabia que meu trabalho estava completo.
Ele _Morreu_. Ele bateu tanto no velho que ele morreu. Hemorragia interna, sei lá. Algo importante (pra ele só) parou de funcionar. A parte boa foi o feriado que ganhei com isso. Consegui ganhar algumas boas partidas no Rocket League. Mãe, depois de me deserdar na família por aparentemente ter destruído a mesma (curiosamente ela _perdeu_ camadas depois disso), ligou pedindo se eu não iria. Respondi que precisava de 6 camadas para atender o pedido e desliguei.
Percebe como todo esse negócio foi saindo do controle? Eu estava me tornando um monstro, fissurado nessa maldição de camadas, saber demais e ser extremamente egoísta. Mas tristemente não foi o fim. Eu ainda tinha uma vida meio que andando. Tinha muitos amigos genéricos com quem poderia as vezes contar.
Conheci esse cara novo que começou a trabalhar comigo no setor de automação, e depois de umas semanas juntos, no demos muito bem. Era alguém muito quieto, notei que praticamente só falava _mesmo_ comigo. Trabalhei bastante em me aprofundar nele. Queria saber qual terrível falha ele tinha. Todos tem. Achar elas era meu hobby. Depois de um bom tempo nisso, me conta que fez a cagada de trair a namorada, com quem muito provavelmente iria casar. Eles terminaram por isso, mas já estava naquela putaria de ‘’estou brava mas quero voltar’’, sabe? Ah, mas que ironia. Mas um adúltero. Mas como esse era gente boa no geral, decidi só ‘’ajudar’’ ele mais uma vez. Voltar não era uma boa ideia, nunca iria se perdoar, iria lembrar do acontecido toda vez que olhasse para ela. O melhor seria partir para outra, e fazer ela achar isso também o certo. Claro, com um empurrãozinho. Fomos em um clube para maiores. Bebi pra krl, nem lembro direito como voltei. Mas não fiquei bobo antes de completar a missão: ele acabou ficando com 3, pegou ali mesmo, uma zona sem tamanho. Obviamente acabaram gravando, o vídeo se espalhou porque alguém saiu mandando pra geral, e virou até notícia. ‘’Noivo diz que não quer voltar fazendo vídeo com acompanhantes’’. É, foi um belo estrago. Mas ele ainda não acha que foi culpa minha, afinal foi a coisa certa. Só teve o infortúnio de sair de dentro daquele recinto.
Mas isso não ficou de graça não, ele me fez pagar, querendo ou não. Em um dia aleatório, enquanto trabalhávamos, conversando sobre nosso amigos, caímos sobre um colega em comum. Eu sempre imaginei que ele era do tipo espertalhão sacana, que é gente boa quando não custa nada mas muda se a coisa começa a custar algo para ele. Ou não pensa em ninguém quando tem chance de se dar bem, independente de se vai ferrar os outros. Nada fora do normal, estava quase no piloto automático falando com o rapaz.
‘’Mas ele é muito filha da mãe, tá pegando a Ms, e fica saindo sem pagar por aí com ela toda hora. Ainda fica com várias outras! Ele não perde uma hahaha’’
Era isso. Eu era só um otário tendo serventia. Ela me alimentava com qualquer merda para que continuasse orbitando ao redor, e ajudando. Fizemos dezenas de trabalhos de faculdade que ‘’precisavam ser entregues no dia e te contei como quem não quer nada’’ e nunca tinha tempo para fazer nada. Realmente, desse jeito não sobra tempo. Isso não iria ficar assim.
Eu lembro exatamente de como me senti naquele dia, me sentia traído, manipulado, fraco. É um grande choque quando se está muito tempo acostumado a ter tudo sobre controle. Devido a estar o tempo todo com aqueles olhos, não podia enxergar que o sacana da história era eu, não tinha nada de errado ali.
Lembro-me que ela falava muito sobre o carro. Pelo que entendi era parte muito importante da vida dela, tanto para trabalhar quanto pelo tanto de histórias que ele tinha e foi parte. Era um bom lugar para investir. Afinal, esse povo me acertava no lugar mais fraco, mentir sobre minha apreciação e importância, nada mais justo que acertar no lugar mais fraco deles também. Pesquisei bastante sobre motores, parte elétrica de carros, felizmente a internet tem conteúdo praticamente infinito, onde você aprende tudo o que quiser, basta procurar. Aprendi a superaquecer o motor. Com isso, com azar (ou sorte para mim) o carro também solta resíduos, que quando tocam alguma parte muito quente do veículo pode entrar em combustão. E para tirar o variável ‘’talvez’’, teria um pouco mais de óleo que o normal. Sem precisar de muito contexto, passei o fim de semana na casa da família dela. Durante a madrugada, depois de todo mundo beber excessivamente e desmaiar nos cantos da casa, peguei a chave do carro e fui fazer uma pequena inspeção. Preparei tudo conforme o planejado, estava tudo pronto. Já havia avisado a Ms que precisaria sair cedo no outro dia. Como combinado, de manhã já estava de pé e estávamos saindo. Todo mundo ainda dormia, ou pra ser mais exato, estava em coma alcóolico. Acho incrível como as pessoas gostam de beber tanto, só pra ficarem mais idiotas e morrer por algumas horas no dia seguinte. Enfim, ela foi para o carro, eu disse que só iria pegar a bolsa e ela já poderia ir ligando o carro.
Ouvi o motor dando a partida, os sons fora do normal e estranhos, levando a um grito de susto até chegar nos pedidos de ajuda. Com toda a pressa do mundo fui ajudar, mas já era tarde demais. O carro tinha virado um bloco gigante de carvão, e não tinha nem mesmo como pegar o extintor lá dentro. Ligamos para os bombeiros e tudo terminou ‘’bem’’. Ela parecia um cadáver. Não falava com ninguém, parecia que tinha perdido um parente. ‘’Bem feito’’ era o que eu dizia pra mim mesmo.
‘’Eu venci.’’
Até agora não sei o que eu venci. Era uma guerra? Uma disputa? O que exatamente eu ganhei com tudo isso? Sinceramente agora nada faz sentido. Se eu soubesse tudo isso, mas sendo outra pessoa, acho que iria matar ela. Mas sou eu, eu fiz tudo isso. Nas últimas semanas antes de ter um colapso mental tive alguns dias me sentindo o soberano, o rei. Havia até achado uma nova pessoa para explorar, e tinha começado a dar os primeiros passos.
Me olhei no espelho, e pela primeira vez percebi algo que esteve o tempo todo ali: Eu só tinha uma camada. O que diabos isso significa? Eu não me conheço?
Comecei a estudar sobre meditação, introspecção e coisas do tipo. Comecei a gastar horas meditando e refletindo, criei gosto por isso. Passei a entender alguns dos motivos pelos quais me sentia mal, por exemplo. Em dado momento surgiu mais uma camada. Quando cheguei a conclusão que eu iria ferrar de uma forma ou outra com a próxima pessoa também, não importasse o que acontecesse. Nessa hora percebi que realmente tinha a ver com o quanto eu me conhecia. E isso significava que eu não sabia _NADA_ sobre mim. Passei a questionar até que ponto eu me iludia das coisas que eu fazia, até onde meus ideais estavam certos. Vendo matérias sobre sociopatas, aprendi que eles também não enxergam o valor nas pessoas, elas são irrelevantes na escala emocional e afetiva. E caramba, eu estava pensando assim! Quanto mais parava para pensar mais me aprofundava nesse espiral de realização de que era uma escória para todos. Fazia reflexões e tirava conclusões sobre meus hábitos, como eu estava passando dos limites em cada situação e não tinha remorso, e em toda nova conclusão, uma camada brotava no meu peito. Eu nunca pensei que entender a mim mesmo fosse a coisa mais aterrorizante de todas.
Agora, que estou sozinho, isolado em um lugar escondido, longe de todos que afetei, espero meu fim. Não quero causar mais nada a ninguém, não quero ver suas camadas, não quero existir. E aqui chegamos ao fim, não sei quando ou onde você acabou lendo isso, mas não se preocupe, provavelmente tudo isso não vai passar de mais uma história absurda em um fórum anônimo.
Pessoas são como cebolas, quanto mais camadas tocar, mais você chora.
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2018.12.06 17:08 IvoryAx Conheçam nossa equipe!

Conheçam nossa equipe!
Hey, amigos!
Estivemos ocupados com a atualizaçlão de amanhã, mas decididos escrever esse post para dar uma chance a você de nos conhecer um pouquinho melhor. Nós amamos nossa comunidade (Vamos fazer a #scummunity acontecer eventualmente, espere pra ver) e nós queremos que vocês saibam que nós somos pessoas reais, com rostos, opiniões e não apenas "uma empresa", então esperamos que vocês gostem dessa visão do que é o dia-dia na Gamepires.
Desde que SCUM foi lançado em Early Access, nosso trabalho tem aumentado exponencialmente, então naturalmente tivemos de contratar mais pessoas, mas para fazer isso, nós precisamos primeiro de um escritório maior. Nosso escritório atual é um pequeno apartamento reformado, e apesar de divertido e confortável, por ser pequeno nós não podemos apenas contratar mais pessoas precisamos de uma nova casa! E nós temos - nós encontramos um lugar que atende a todas nossas necessidades. As renovações tem levado mais tempo que o esperado, mas se tudo der certo podemos nos mudar em Janeiro!
Deixe-me apresentar primeiro - Eu sou Tena e sou a gerente de marketing na Gamepires. Isso significa que sou diretamente responsável por todas nossas atividades de marketing, tanto em relação a empresa ou jogo. Trabalho junto com o Josip, nosso gerente de comunidade, o qual é responsável por todas nossas atividades nas redes sociais. Em teoria. Em na prática, é algo como: Josip cria um meme, me envia e pede se é apropriado tweetar. Nove a cada dez vezes não é. Ele tweeta de qualquer forma enquanto ri em sua mesa. O meme é engraçado, então eu deixo passar.

Aqui é um foto do Josip e eu em um jantar na empresa. Eu tweetei essa foto e as pessoas gritaram com a gente que não devíamos estar comendo enquanto o jogo não está pronto. Então ficamos bêbados só pra provocá-los.
Ivona é um dos novos contratados. Ela é uma talentosa artista 2D capaz de criar lindas artes, desde visuais para nossos estandes em exposições, tatuagens para o jogo, artes conceituais, ou memes para o Josip. Nós três juntos somos o The Meme Team(Time do Meme). Ninguém nos chama assim, mas eles irão. Talvez.
Aqui é um foto da Ivona e do Josip se agachando ao estilo russo(pose de quebrada) em frente ao escritório e apenas sendo os fofos que eles são. O motivo do Josip estar em duas fotos nesse post é porque ele veio até minha mesa e disse que queria no mínimo duas fotos. Eu senti pena dele, o cara só quer um pouco de atenção da internet, então eu aceitei.
Ivona responde diretamente ao Pong, nosso diretor criativo. Pong monitora qualquer e toda coisa relacionada a arte ele é a mente por trás de toda direção de arte de SCUM. Ele também tem um senso de humor bem específico, que fica bem óbvio para qualquer pessoa que joga SCUM - pênis, defecar, urinar etc. - isso foi ele, tudo ele. Pong também é a face padrão dos personagens, então não, aquilo não é o Putin, ele apenas se parece com o Putin, mas ele costuma usar uma barba, então não é tão perceptível.

Aqui é o Pong vestido como o Luigi. Eu roubei essa foto no facebook pessoal dele e estou ciente que não é realmente o Luigi. Mas é uma ótima foto, então por que não.
Recentemente foi feito um comentário na nossa comunidade da Steam dizendo que todos nossos personagens eram "russos demais". Bem amiguinho, é porque a maioria deles são escaneamentos de nossas cabeças e nós somos russos da vida real. Desculpa! Nossa segunda face padrão pertence a Švarc. Švarc é um artista 3D e o mais sério de todos nós. Aparentemente, ele também é um ótimo dançarino de salsa e foi assim que ele conheceu sua esposa (ele se casou recentemente, vão dar os parabéns a eles) mas ninguém pode ter certeza disso porque ninguém sequer consegue imaginar ele dançando. Ou sorrindo. Não dá. Ele pode ser um robô até onde sabemos.
\"Hey Švarc, vou tirar uma foto para o post, mas você não pode sorrir porque eu disse pra todo mundo que você nunca sorri.\" \"Oh, okay, claro.\"
Pong e Švarc dividem uma sala com o Iggy. Iggy é oficialmente um animador. Não oficialmente ele também ajuda em cinemáticas e edições de vídeo, e ele também ajuda a administrar a comunidade respondendo a comentários de trolls em nossa página da Steam. Ele também gosta de trollar online, então funciona.

Iggy com seu copo de Natal que ele usa durante todo ano.
Darian também ajuda a administrar a comunidade apesar de ele ser primeiramente um artista 3D. Ele diz que faz isso porque ninguém fala inglês tão bem quanto ele, então ele tem nos feito um favor. Todos nós falamos inglês e ele nem é tão bom assim, mas nós decidimos deixar ele acreditar nisso porque precisamos de toda a ajuda que pudermos ter. Seus hobbies incluem ser o metaleiro do escritório e o sacrificio de cabras bebês ao Satanás à meia-noite.

Darian sacrificando uma jovem virgem a Bafomé durante uma lua cheia recente. Ela não sabe de seu destino, triste.
Darian senta ao lado do Danijel, um ex-entregador que virou artista 3D e que tem como especialidade genitálias. É sério, todas as genitais em SCUM foram feitas por ele, e nós temos uma extensa coleção de fotos para provar isso.

Danijel investigando o sistema reprodutivo feminino para ser um melhor marido pra sua esposa.
Sabe aquele cara que parece um supervilão dos filmes do Jason Statham? Cheio, calvo e assustador? Todo mundo conhece esse cara. Bem, na Gamepires esse cara é o Štimac um ex-arquiteto que se tornou artista 3D. Isso é válido até você falar com ele e então ele te mostrar com entusiasmo uma foto da sua gata, Točkica(Dottie).

Štimac em sua mesa sendo assustador.
Mirko, também um artista 3D, senta perto dele. Ele gosta de se fazer de durão, mas nunca dá certo com ele porque ele nunca consegue dar uma de durão sem rir para salvar sua pele. Ele também tem um gato com nome de garota, Ljubica (Violet), a qual ele adora falar sobre. Monitorando nosso time de 3D temos o Damir. Você pode saber que ele está por perto só de sentir a aura de pai emanando do canto escuro aonde ele senta e de vez em quando diz "HEY!" quando alguém diz um palavrão. As vezes nós falamos bobagens de propósito só pra ele vir falar com a gente porque muitos de nós temos problemas paternais.

Mirko e Damir \"não gostam de ser fotografados\", mas ele vão fazer pose sempre que tiver uma cãmera por perto, mas eles precisam que você saiba que \"não gostam de ser fotografados\".
Nosso cara do som é o Ratko. Ele é o cara que você procura para qualquer coisa relacionada a sons ou música. Sabe o som que seu personagem faz quando caga? Aquilo foi Ratko gravando a si mesmo quando cagava. Nós não brincamos em serviço quando se trata de realismo. De nada!

Ratko e sua Bola Gigante™
Dobrila é nossa nova programadora e uma das três mulheres na Gamepires. E primeira coisa que ela disse para a Ivona e pra mim é que ela não tem costume de ficar com garotas porque na universidade dela a maioria era de garotos. Nós vamos começar a peidar e arrotar alto para fazê-la se sentir melhor, mas Andrej estava passando por perto então não fizemos isso porque não queríamos ter de nos explicar. É que o Andrej também fala MUITO. Oficialmente ele é nosso diretor técnico. não oficialmente é um Xamã. Ele também possui faixa preta e 3º Dan em Taekwondo, então tenha isso em mente da próxima vez que você postar "Esse jogo já era" depois de jogar por 20 minutos.

Mirko e Andrej com seus brinquedos em uma exposição. Mirko ainda não gosta de ser fotografado.
Jesus é o nosso louco. Ontem eu perguntei pra ele porque as pessoas o chama assim e ele disse que é porque faz milagres. Eu acho que ele esperou por anos pra alguém perguntar isso a ele pra que ele pudesse fazer essa piadinha. Ele é obviamente um programador e ninguém sabe seu nome real.

Jesus e seu papai, Deus.
Patrik é um programador e nosso Milenar de Escritório™. Tem outros de nós, mas Patrik é mais um Milenar de Escritório™ à risca. Ele acha que todas nossas piadas são vergonhosas e faz caretas pra gente quando perguntamos o que tem de novo no Snapchat. Ele também faz jogos bonitinhos de plataformas em feiras de jogos indies só pra mostrar o quão Milenar de Escritório™ ele é.

Olha esse milenar sentado fazendo coisas de milenar.
Dini é nosso principal programador o que é ótimo porque significa que ele não tem que falar muito. Seria estranho porque ninguém consegue entender o sotaque dele. Nós todos apenas sorrimos e fazemos sinal com a cabeça varias vezes e então ele faz a mesma coisa. Ele gosta muito de saladas por alguma razão. Nós vemos ele comer saladas todos os dias, mas talvez não consigamos entender isso porque não entendemos ele.

Dini fingindo comer pizza em um sofá. Mas é só pra foto, ele só come saladas.
John é uma pessoa muito misteriosa e ninguém sabe muito sobre ele. Sabemos que ele é um programador senior e que veste muitos suéters. A lenda diz que ele falou uma vez, mas não gostou muito, e então decidiu nunca falar novamente.
Uma foto do John vestindo um suéter e não falando.
Hrco está sempre sorrindo. Não é brincadeira, aquele cara está sempre feliz e nem está usando drogas. Ele trabalha como um animador, mas também ajuda a pedir comida para a equipe, tarefa que ele faz da maneira mais inconveniente e complicada possível. Ele senta ao lado do Bruno, um programador e nosso candidato ao "30 under 30". Ele deve ter algum parentesco com o John porque nunca fala, apesar de que uma vez ele sorriu pra tela do computador.

\"O que nós temos que fazer?\" \"Apenas finjam estar trabalhando.\" \"Nós ESTÁVAMOS trabalhando até você vir aqui.\"
E isso é tudo de nós. Esperamos que tenham gostado de nos conhecer um pouquinho melhor. Obrigado por todo carinho constante de vocês e suporte em tornar possível pra nós fazer o que amamos com todas essas pessoas incríveis todos os dias. Amamos vocês!
Mais uma coisa, esperamos que estejam prontos para a atualização de amanhã e que todos seus itens estejam guardados de maneira segura ou escondidos.
Tchau!
Original post
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2018.01.29 16:06 cobawsky Portugal/Lisboa e os Brasileiros, preconceito ou cultura? Esta foi a minha experiência.

Olá amigos do /Brasil, uma vez por ano eu venho aqui postar alguma coisa. Pois bem, eu moro na Europa faz um tempo, vim a trabalho e gosto bastante de viajar por aqui por ser um amante da história e este ser o "Velho Continente". Vim visitar uns amigos na Espanha e como é tudo muito perto eu aluguei um carro e fui para Lisboa, já que parte da minha família emigrou da região e eu queria conhecer algo por lá.
Vamos ao assunto...
Fomos com uma amiga que estuda na Espanha mas morou e trabalhou em Lisboa para poder pagar as contas, ter um pouco de laser e etc... Ela acabou optando por estudar a segunda etapa na Espanha devido a má experiência que teve em Portugal. Minha primeira impressão foi de uma cidade bem 'completa'. Geografia mista, arquitetura bem interessante, e claro, muitos turistas e ainda mais agora que ando vendo propagandas de Lisboa em várias agências de viagem pela Europa. O depoimento dessa amiga sobre sua experiência em Lisboa (e em algumas partes de Portugal) era de que Brasileiro é bem descriminado por ali, a fama é de que 'as mulheres são putas e os homens vagabundos'. Que "ficar com brasileira é fim de festa e você quase não encontra portuguesas ou portugueses em relacionamento com brasileiros". Dizia que foi muito mal tratada quando trabalhava em uma gelateria na cidade, sendo menosprezada e discriminada várias vezes. Não só por estar em um subemprego mas também por ser brasileira (mulher). Eu sou bem cético com toda opinião alheia, e ainda mais pelo fato de que essa pessoa era uma alguém que eu havia conhecido fazia tipo dois dias por ser uma amiga em comum de um casal de amigos meus que mudaram para Espanha para terminar o mestrado (este casal já conheço de longa data do Brasil, são amigos próximos). Realmente não sabia se ela era uma daquelas malucas que recebe tudo com negatividade por onde quer que vá, creio que vocês sabem do tipo de pessoa que estou falando, trouble makers. Pois bem, tendo essa parte explicada, vamos para a minha experiência.
Eu normalmente prezo por um atendimento (talvez qualquer pessoa faça o mesmo? Não sei) que seja pelo menos básico. Pode ser até que a comida demore, mas se pelo menos conseguimos fazer o pedido nos primeiros 10 minutos no lugar eu já fico tranquilo pois já passei a batata quente pra mão do garçom. Fui a um shopping, já que não sou muito do luxo, passei por 3 restaurantes e nada de ser atendido. Um deles fui até o balcão, a atendente me pediu pra sair por que não podia sentar lá dentro, sabe-se lá por que, e mesmo assim ficou no caixa contando moedas e não veio me atender por mais ou menos 10 minutos. Fui embora sem comer. Depois fui a um outro restaurante que haviam angolanos no balcão. Ali funcionou, a comida MUITO boa e o atendimento nota 7,5. Até aí, pensei que era algo cultural, pensei: "vai ver a coisa funciona assim aqui mesmo, eu sou de fora, não cabe a mim querer mudar mas aceitar e aproveitar a viagem". Eu sou bem tranquilo, não costumo reclamar muito e aceito bem o ambiente ao meu redor.
Ok, depois de perambular pela cidade e ser oferecido todo tipo de droga ao pé da orelha, especialmente por ser brasileiro. Notei que, antes de oferecer, eles chegam mais perto para tentar saber que tipo de língua estávamos falando. Notei que isso acontecia com pessoas de outros países também, quando o traficante falava a mesma língua, ou vai ver era do mesmo lugar sei lá. Vi sim alguns brasileiros pelas ruas com um certo comportamento duvidoso. Ouvi algumas conversas que realmente remetiam-se à algumas coisas estranhas, prefiro não especificar o que. Dava pra notar que eram brasileiros mesmo, pelo sotaque e comportamento. Mas enfim, ninguém me amolou fora os traficantes.
No final da noite, antes de tomar a estrada pra voltar pra Espanha fomos comer em uma Tasquinha (um pequeno restaurante de bairro). Um amigo nosso que vive lá já faz uns anos ligou para reservar mesas (uma prática comum por toda a Europa). Ao chegarmos o restaurante estava cheio e o garçom, que era também o dono, foi um pouco rude dizendo que não haviam mesas e mais nada disse, mesmo tendo dito que ligamos pra reservar. Meu amigo virou pra mim e disse que não era com ele que havia falado ao telefone. A esposa do dono, que estava na cozinha veio até nós, bem educadamente e nos disse para aguardar lá fora que já iriam liberar as mesas. O atendimento com ela foi acima da média. Éramos 5 e na mesa haviam 6 cadeiras. Estávamos próximos da porta e eles haviam arrumado o restante das mesas para acomodarem uma boa galera que estava pra chegar. Não dá pra explicar muito bem mas, as pontas das mesas meio que estavam muito próximas e quem quer que se sentasse nas duas cadeiras da ponta iria meio que trancar um pouco a passagem, mas nada super complicado que não desse pra se espremer um pouco pra passar. O lugar era bem pequeno. Como cheguei primeiro, pensei que quem chegasse depois poderia se virar com a cadeira na passagem ou até mesmo já termos ido embora e o problema estaria resolvido. Mas não, o dono me pediu pra mudar de lugar pra não trancar a passagem e novamente não muito educado. Eu não ligo de mudar de lugar, mas acho que a maneira em que se pede é importante. Não entendi nem por que colocou uma sexta cadeira ali já que éramos 5, pra ser bem sincero. Os portugueses chegaram pra comer, o atendimento era outro, educado e de prontidão, e para nós, demorado muito e de má qualidade. Rolou até um "haja paciência com brasileiros" da boca do senhor. Meus amigos até quiseram levantar para reclamar e eu pedi pra se acalmarem e não esquentarem a cabeça que daqui a pouco a gente já iria embora. Juro por tudo que é mais sagrado nesse mundo que eu respeito tudo e todos, sou super educado com todos. Por favor e obrigado vivem comigo o tempo todo, sou uma pessoa de bem com a vida, e os amigos que estavam comigo tem mais ou menos o mesmo espírito. Eu fiquei sem entender até agora o motivo do tratamento.
Bom, o texto já virou um livro. Resumo da ópera, tive uma má experiência em Lisboa. A cidade é bonita mas me ofereceram muitas drogas. Tipo, eu FUMO maconha, mas eu não estava lá pra fumar maconha, eu fumo uma vez por mês. Mas já estava cansado ser parado a cada 5 metros pra tentarem me vender algo. Se tivesse sido tipo 2 vezes até vai, mas era a todo momento ali no centro. E aconteceu o mesmo com vários amigos que estavam conosco. O atendimento foi péssimo. Eu sei que pra capitais na Europa (até no Brasil) a coisa nunca é as mil maravilhas, a não ser que vá em restaurantes caros. Aí no Brasil (digo por São Paulo) você não precisa ir pra restaurante 5 estrelas pra ter atendimento de primeira. Especialmente em Sorocaba, que é de onde venho. Eu estive em vários países por aqui e nunca passei por isso. Espero que eu esteja mal acostumado com o atendimento alemão, mas espero que tenha sido um mal dia em Lisboa, apenas isso.
É triste ver que uma parte dessa galera que emigrou para Lisboa tenha criado essa má reputação sobre nós todos. E infelizmente, perdi minha vontade de voltar para Lisboa, não posso dizer Portugal, mas acho que não volto pra Lisboa. Uma pena. Até agora tinha tido muitas experiências boas na Europa toda, foi a primeira vez em muito tempo. Se o objetivo de alguns de lá é espantar turistas brasileiros de Lisboa, funcionou bem comigo. A estratégia está ó, bem boa.
Opiniões? Algum português por aqui?
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2017.09.04 16:25 sunkarD [Me ajuda, /r/brasil] Parede de Texto > Estou perdido sobre o que fazer, preciso de opiniões de fora para ter mais opções

TL;DR : Sai de uma cidade aonde morava com minha mãe aonde não há empregos na área que eu estudei e fui morar com o meu pai temporariamente, Caso eu não consiga emprego em 1~2 meses terei que voltar a morar com a minha mãe, preciso de opções sobre o que fazer pois não consigo emprego e não quero voltar a morar com ela.
Bom dia/Tarde/Noite a todos, fiquei muitas semanas pensando se eu deveria escrever isso pois não quero parecer mimizento ou algo do tipo, mas chega uma hora que eu tenho que tomar pequenas decisões.
Vou ter que contar uma parte da minha vida vai ser longo, peço perdão por isso, vou tentar ser o mais breve possível.
Desde que eu me recordo por gente eu tive problemas com a minha mãe pois ela me ama com aquele aquele ULTRA PROTETIVO, do tipo qualquer coisa ela é paranoica ao ponto de achar que qualquer coisa vai dar problema. Então tive problemas do tipo se eu quisesse sair de casa para comprar um pão na padaria ali na esquina eu não podia, passeios da escola eram complicados, nunca fui em "balada/matinê" coisas do tipo, trabalho na casa de amigos? Era um inferno, tive muito problema com isso durante período escolar. Eu ACHO que vivendo assim por tanto tempo com me fez ser uma pessoa anti-social e introvertido (Tenho dificuldades para conversar com outras pessoas / fazer amizades)
Quando terminei o colegial (Realmente não sei como consegui passar em algumas matérias, tipo Química e Matemática), fui 'obrigado' a fazer a faculdade logo em seguida, pois por meus pais serem separados minha mãe fez uma pressão para que eu fizesse alguma faculdade para continuar recebendo pensão do meu pai por estar estudando (Era o que ela dizia), eu SEMPRE quis fazer algo relacionado a Agricultura ou Pecuária pois sempre quis viver no campo ou algo assim (Ainda penso nesse estilo de vida), porém NUNCA que eu o filho caçula (3 Filhos no total, 2 são mulheres) iria poder sair debaixo das Asas dela, acabei cedendo por não ter 'forças' para brigar com ela. Decidi fazer Desenvolvimento de jogos (Minha paixão é jogar então pensei que seria algo que eu ia gostar) porém a faculdade que era a mais próxima de casa (Sim até nisso tava foda, tinha que ser uma faculdade perto de casa para ela me levabuscar o máx que consegui fazer era ir pra faculdade de metrô mas mesmo assim após muita briga) não tinha fechado a turma para a matéria, então tive que escolher outra matéria.
Acabei escolhendo Gerenciamento de Redes de Computadores, no último ano consegui um estágio para uma empresa grande ( No qual um amigo na época trabalhava) porém só consegui ficar 2 meses lá, pois era muito 'longe' para a minha mãe ficar me levando/buscando (Pois é... FODA). No fim um outro amigo me deu uma oportunidade de emprego num local mais próximo aonde eu conseguiria fazer o estágio e ivir sem precisar de ninguém pois era próximo ao metrô (Metrô foi minha salvação e condenação, direi o porque em breve). O trabalho na época era tranquilo, porém com o passar do tempo tinha vezes que eu precisava ficar após o expediente ou quando eu queria conversar um pouco com os outros funcionários e ficava no bar e isso era UMA MERDA, pois a cada 10~15 minutos minha mãe ligava perguntando aonde eu tava / o que eu estava fazendo (Ela tava preocupada comigo, eu sei. Não era maldade, MAS ERA HORRÍVEL PRA MIM ter ela sempre me "vigiando", tinha vergonha porque as pessoas ao meu redor notavam como eu era vigiado).
Nesse meio tempo concluí a faculdade, porém eu não fiz a colação de grau que era exigida para retirar o diploma... Porque justamente era necessário ir na festa de formatura realizar esse ato de colação para ter o diploma (Sair de noite para ir na festa e fazer a colação??? Quem dera...) Tá certo que até hoje nunca precisei apresentar diploma, MAS NÉ... (Já sei como conseguir o diploma atualmente, porém não tenho condições para fazer)
Depois de um tempo acabei indo trabalhar em outra empresa relacionada ao metrô, então novamente estava eu lá sempre utilizando o metrô para trabalhar e voltar pra casa. Aqui foi o meu erro, eu me acostumei a andar de metrô, achava que tudo o que eu precisaria fazer era só saber usar ele e que tudo daria certo durante o resto da minha vida. Acabei que não fui tirar minha habilitação de carro (MAIOR ERRO DA MINHA VIDA, QUEM ESTIVER LENDO, POR FAVOR SE VC TIVER CONDIÇÕES TIRA ESSA CARTA DE MOTORISTA, MESMO QUE VOCÊ NÃO TENHA CARRO).
Após alguns eventos na minha família, acabei me mudando com a minha mãe e a parceira dela (Parceira da minha mãe É MUITO AMIGA, considero realmente como uma 2ª Mãe, ela é gente boa pra caramba e sempre "brigou" por mim) para uma cidadezinha do interior de São Paulo, Ali minha vida desandou totalmente, os poucos amigos que eu tinha quando morava em São Paulo (2 pra ser exato, mas gosto muito deles ainda. Tenho contato com 1 deles quase que diariamente graças a jogos online / chat de voz), agora estavam longe. Fui pra uma cidade que não conhecia ninguém e pra piorar tudo o que eu trabalhei ou sabia trabalhar com não era útil naquela cidade, pois não era uma cidade que tinha área tecnológica, passei uns anos desempregado lá vivendo com elas.
Acabei que reuni forças não sei da onde para falar com a minha mãe que iria morar com meu pai para procurar um emprego, Foi uma briga complicada que levou dias, no fim eu "consegui" a aprovação, pois ela viu que seria melhor pra mim me mudei para Santos, fiquei uns 4~5 meses aqui e consegui emprego, porém eu fiz outra cagada na vida... eu sai do emprego e >Voltei< a morar com ela, Deixe-me explicar o porquê. A idéia de sair para pegar o emprego foi, por causa de um primo que ia se mudar para os Estados Unidos e ele falou que ia me ajudar a ir pra lá. (Fui inocentão comprado com a idéia de morar totalmente fora daqui), quando voltei para a casa da minha mãe para começar a organizar as coisas para viajar pra fora houve um problema com meu primo o que fez com que ele não fosse e eu acabei ficando na casa da minha mãe mesmo. O tempo foi passando e o dinheiro que eu juntei também, maioria do dinheiro foi embora pra pagar plano de saúde /tarifa bancária e essas coisas que te suga o dinheiro e vc nem sabe da onde, além do fato que meus dentes do siso terem me feito gastar tudo o que juntei.
E fiquei nessa, o que eu fazia o resto do tempo era simplesmente me isolar no quarto e ficar o dia inteiro no computador fugindo da realidade e querendo evitar contato ao máximo com o "mundo externo" enquanto procurava emprego e tudo mais.
Recentemente houve um outro "surto meu de não aguentar mais viver lá", daquela forma e eu quero ter minha 'liberdade'. Decidi pegar minhas coisas e voltei a morar em Santos com o meu pai, mas tem um porém. Ele falou que não iria me sustentar ( O que acho justo, pois um cara quase aos 30 anos sendo sustentado pelos pais é meio 'complicado' na minha opinião) e foi fazer uma viagem que já havia programado.
Havia 1 condição para eu poder permanecer aqui até ele ir viajar que era arranjar um emprego, bem... eu consegui arranjar um emprego em 1 semana após mudar pra cá, Fiquei trabalhando numa loja de artigos de informática como vendedor de loja, trabalhei para o cara durante uma semana aonde no fim o cara me demitiu (e os outros funcionários, pq ele era um babaca que só precisava de uns troxas para trabalhar para ele enquanto a mulher dele estava doente), não me pagou nada, além de eu ter que ter aguentado várias humilhações ali e ser maltratado e tudo mais (Por favor, não destratem os atendentes de loja, eles já passam por muitos problemas para estar trabalhando lá e tentar te atender com um sorriso, mas nem sempre é possível, tenham empatia com eles), conversei com meu pai e ele "permitiu" que eu ficasse aqui pois ele viu que eu estava me esforçando.
Agora finalmente terminando a história, eu estou aqui. Morando sozinho em Santos temporariamente com R$0,00 no banco. Apenas com uns R$250,00 que meu pai deixou para comprar comida e usar o dinheiro para me locomover até os locais de entrevista (Enquanto estava escrevendo esse texto 2 empresas me ligaram para agendar entrevista amanhã, mas não sei se irei conseguir (1 Vaga para Telemarketing e 1 Vaga para Vendedor Imobiliária.) Caso eu não consiga emprego até o dia que ele voltar de viagem eu simplesmente vou ter que voltar a morar com a minha mãe e eu SEI que se eu voltar pra aquela cidadezinha do interior eu tô ferrado pois além de eu não conseguir emprego eu acho que a minha vida vai voltar a ser sugada e vou me isolar novamente.
Eu fico pensando realmente o que fazer, pois eu já mandei currículo para várias empresas e diversos cargos (Desde Faxineiro, até Suporte Técnico, Designer Gráfico e afins) e se eu não conseguir não sei como lidar com a situação (Não, não vou dar um Game Over em mim). No fim eu só queria trabalhar, juntar meu dinheiro para pagar minhas contas e ficar no computador jogando com meus amigos (Que é uma habilidade que eu descobri que tenho que é conseguir ficar por 12horas ou mais jogando... Quem dera se eu conseguisse ganhar dinheiro fazendo Stream / Vídeos, porém meu notebook não aguenta...Pra mim é frustrante isso de não conseguir fazer dinheiro com isso).
Uma coisa que me veio na cabeça agora é se eu tivesse como viver naquelas fazendas/sítios de colab ou algo assim, eu li em algum lugar. Ou viver em algum lugar comunitário mais natural,sei lá... tô tentando abrir minha cabeça para novos estilos de vida.
Desculpa o texto longo, sintam-se a vontade para falar o que quiserem, seja positivo, negativo, hate, troll, alguma idéia, Oferecer vaga de emprego, ou qualquer coisa.
Obrigado.
Edit: Foi meu 1º Post no Reddit, desculpe o Título repetido, eu não sabia por Flair.
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