Estágios de fazer fora

Eu comecei a beber e ir a festas de forma fora do controle — cocaína, álcool e êxtase eram meus favoritos. ... E eu tinha que fazer o que fosse que o produtor queria de mim e eu tinha que ... Os estágios no estrangeiro são óptimas oportunidades para praticar o idioma fora da escola, mas estes estágios não pretendem ser oportunidades de treino especializado. Ainda assim, a EF consegue oferecer uma vasta gama de oportunidades nas mais diversas áreas profissionais. A agência de intercâmbios CI, por exemplo, oferece vagas em administração, negócios internacionais, hotelaria e atendimento ao cliente, em países como Austrália, Canadá e Nova Zelândia. Troca de estagiários. O estudante de arquitetura Davi Alvim passou três meses na Polônia, na cidade de Lodz, atuando em um escritório de arquitetura. Isso porque a gigante dos mecanismos de busca é uma das empresas de tecnologia de mais rápido crescimento do mundo. E, além disso, é também uma das mais influentes. Sem surpresa oferece várias oportunidades para você fazer estágio fora do Brasil. Tipos de estágios oferecidos: Gerenciamento de produtos e estágios técnicos. Isso porque a gigante dos mecanismos de busca é uma das empresas de tecnologia de mais rápido crescimento do mundo. E, além disso, é também uma das mais influentes. Sem surpresa oferece várias oportunidades para você fazer estágio fora do Brasil. Tipos de estágios oferecidos: Gerenciamento de produtos e estágios técnicos. A instituição de ensino superior de envio deve selecionar os candidatos de forma justa e transparente. Mais informações. Certifique-se de que conhece os seus direitos quando estuda ou faz um estágio no estrangeiro. O portal de estágios do Erasmus, desenvolvido pela Rede de Estudantes Erasmus, pode ajudá-lo a encontrar um estágio Erasmus+. O programa de estágios internacionais dirigido a jovens com formação superior já abriu as candidaturas da 24.ª edição. Até 10 de Outubro. Vagas abertas de Estágio - Juiz de Fora, MG. Administrador, Estagiário de Administração, Estagiário e mais no Indeed.com.br Procurando um estágio fora? Veja dicas de como fazer um bom Currículo Internacional Seja para procurar um summer job ou um estágio no exterior, confira algumas dicas importantes que vão elevar o seu currículo a um nível internacional. por Colunista do Estudar Fora ・ 3 de dezembro, 2017. Há uma taxa de manutenção do programa para poder fazer o intercâmbio, mas por ser uma organização sem fins lucrativos, o custo acaba sendo bem em conta. Fora isso, custos de passagem, passaporte, visto e seguro saúde são de responsabilidade do intercambista. >> Como trabalhar na Alemanha legalmente

Me formei e não sei o que fazer

2020.09.16 18:40 teobardo Me formei e não sei o que fazer

Me formei esse ano em Direito, agora em junho, turma de inverno. Numa particular renomada que mesmo trabalhando/estagiando durante todo o curso com uma dívida no valor de um uno.
Já passei na OAB e só me falta cair um dinheiro pra dar entrada na secional. No mais vivo com meus pais, não passamos necessidades mas sem chances de sequer sobrar algo pra pagar as dívidas (ou meu plano de saúde que se foi com o término do estágio).
Nunca estagiei com advocacia propriamente, tampouco conheço potenciais clientes pra tentar a sorte por conta. Os currículos nem respondidos são (TNC LinkedIn).
Penso em fazer uma pós mas duas coisas me deixam com receio:
1) Começar em A e arrumar emprego em B
2) Com sacrifício pagaria um pós genérica online, mas sem chances de fazer um IBET ou FGV da vida pra arrumar contatos.
Por fim meu pé é feio pra cacete então vender fotos na internet está meio fora de opção. brasil sei que não sou o único mas caralho, ta foda! Só queria vender minha alma pra uma empresa/escritório e começar a ganhar meu salário mínimo como pj.
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2020.09.10 00:07 cutiemango_lover Tenho 20 anos, ainda sou virgem, tenho medo de "perder", sou muito tímida e levei um fora que acabou comigo

Ta, n sei por onde começar, então só vou contar a história que fez minha confiança ir de 0 pra - 1.
Eu sempre tive a convicção que iria perder a virgindade com alguém q significasse algo pra mim, porque eu n quero que seja uma péssima experiência e pq acredito que, pra que seja boa, a pessoa tem q pelo menos se importar comigo. Sempre fui muito tímida, totalmente travada e, mesmo tendo plena convicção q sou hétero, só consigo me relacionar "bem" com homens se estiver bêbada. Com "bem" quero dizer simplesmente ter uma conversa normal, flertar normalmente, entende? Olhando nos olhos, conversando, trocando ideia naturalmente, essas coisas...Geralmente, fico muito insegura e receosa quando estou conhecendo alguém. Teve um dia, na faculdade, que um cara aleatório ficou me encarando. O campus é enorme e n conhecia essa pessoa, mas o achei bonito. Tentei segurar a vontade de rir, mas n deu, aí óbvio que ele entendeu isso como correspondência (e era mesmo). Dps de um tempo, coincidentemente nos encontramos de novo e começamos a ficar.
Ele era muito sem filtro (o total oposto de mim) e, por algum motivo, pouquíssimo tempo depois de nos conhecermos eu me sentia bem confortável com ele. Acho q era porque ela falava muita besteira. Eu só ria e ignorava, mas foi isso q fez com que eu 'destravasse' um pouco. O problema é que n parecia q ele me via com nenhum romance. Como posso explicar? Pra ele, eu era só uma gostosa, entendeu? Inclusive, sempre que ele ia me elogiar eram coisas do tipo "Nossa, fulana, você é muito gostosa" "Nossa, seu corpo é maravilhoso", etc. Teve um dia que eu me irritei e falei "Pq vc é assim? Eu n sou só gostosa! Tbm sou inteligente, engraçada e várias outras coisas. Vc toda vez só fala isso. " Isso me magoava pq eu queria q ele me visse da mesma forma q eu estava começando a ve-lo e não ficar falando daquele jeito idiota.
Quando ficávamos, ele sempre queria ir além e além e além. Muitas vezes eu deixava pq n queria q ele me achasse uma chata e tbm n sou nenhuma santa, mas geralmente era meio demais. A primeira vez q saímos fora da faculdade era pra ser pelo menos um pouco romântica, imagino; mas só q no meio da rua ele ficou querendo botar a mão por baixo da minha roupa. Tava de noite e o lugar era deserto, mas mesmo assim! Eu fiquei falando que não, que não queria e ele usava tudo q pudesse pra me convencer. Ficou lá falando maior tempão, me manipulando, fazendo mil promessas...Ele sempre fazia isso.
Teve um dia que estávamos juntos e realmente quase chegamos lá, até hj, foi o contato mais íntimo que já tive com alguém. O clima esquentou e de repente, já estávamos um em cima do outro, mas na hora, me deu medo dele me largar assim que eu fizesse o que ele queria e eu já gostava dele. Eu nunca me senti bem com nenhum outro cara, como me senti com ele. Sempre que algum garoto me tocava, a tendência era eu me esquivar, mas com ele tudo parecia muito certo. Só q nesse dia, por causa desse meu medo, mesmo estando lá, eu desisti bem na hora e disse q não queria passar do que já tínhamos feito até o momento (eu entendo que isso pode ser muito frustrante, até um vacilo da minha parte e me senti muito mal dps por ter negado tão em cima da hora assim, mas pelo desfecho da história, atualmente n me arrependo) Óbvio que ele tentou de tudo pra me convencer, até pq, já estávamos la ne. Mas eu disse q n queria, que n estava me sentindo confiante e que não adiantava insistir, eu n ia deixar. Depois de muita conversa, ele aceitou e, pelo menos pra mim, foi bom esse dia. Eu tentei viver o momento, pq de certa forma, lá no fundo eu já percebi q dps dessa ele n ia mais querer saber de mim. E foi isso mesmo. Ele n me procurou mais, começou a me evitar e ser um grosso, então, mesmo triste, parei de procurar tbm.
Aí do nada, ele me chamou pra sair de novo. Eu, q sou uma burra, aceitei (até pq, a essa altura já gostava dele) Saímos e, enquanto estávamos comendo e conversando, ele simplesmente começou a falar de outra menina!!! Eu fiquei perplexa enquanto ele falava que n estava mais falando com um amigo dele pq ele tentou ficar com a menina q ele ficava. Quando penso sobre esse dia, n consigo entender pq n levantei e fui embora ali mesmo, mas, por algum motivo, eu fiquei lá. Depois disso uma menina postou fotos marcando ele. Eu perguntei se ele estava namorando pq no dia anterior me implorou por nudes, fez tudo que era promessa, disse q gostava de mim e etc.. Ele disse q não e eu n acreditei e parei de falar com ele.
Vários meses depois, ele me mandou mensagem de novo. Fiquei toda animada, mas estava no estágio, então esperei até o final do expediente pra olhar. Sabe quando vc quer guardar algo bom pra depois, pra poder saborear melhor? Foi tipo isso. Fiz tudo q tinha que fazer e deixei pra olhar só na hora de sair. Pensei q ele iria me chamar pra nos vermos ou simplesmente querer saber de mim, já que há um bom tempo n nos víamos. Quando fui ver a mensagem, estava na rua e ele escreveu, assim, diretamente: "Ainda não comecei a namorar (com a outra garota*). Quer fazer uma loucura comigo antes?".
Eu vi aquilo e nem acreditei, comecei a chorar no meio da rua mesmo. Me senti um lixo, uma coisa. Um objeto completamente inútil. Eu nem sei descrever o sentimento, foi horrível. Tbm me senti muito tonta e humilhada por ter ficado feliz antes. Nem ia responder, mas respondi e disse pra ele nunca mais me procurar. Dps bloqueei. Só q no Facebook, vi q ele faz com a menina tudo q nunca fez comigo.
Tudo que eu praticamente implorava pra ele fazer (e ele nunca fez), com ela, ele faz de forma aparentemente espontânea. Fala coisas bonitas e é super carinhoso. Como eu, ela tbm é artista. Na conta de artes dela, ele elogia todos os trabalhos, cita mil qualidades e é um fofo. Eu sei que parece uma coisa super boba pra me desestabilizar tanto assim, mas a verdade é q isso acabou comigo. Me destruiu. Minha inseguranças aumentou e me senti incapaz de ser vista de maneira romântica. Agora, meu medo de me relacionar aumentou ainda mais, pq as chances de acontecer a mesma coisa são grandes. Eu me sinto indigna de um relacionamento e de alguém que goste de mim e acho q nunca mais vou encontrar alguém q me deixe confortável como essa pessoa me deixava e que nunca vou experimentar um sentimentos plenamente correspondido. Foi isso, desculpa o textão e desabafo, mas tava meio engasgado. Às vezes eu esqueço, mas quando me sinto mal comigo mesma, essa é uma das primeiras coisas q lembro e fico gastando minhas noites chorando por algo q n vai mudar... Parece q é só comigo, tipo um castigo, mas sei q n. Só q às vezes é difícil de enxergar...
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2020.09.09 04:41 kriskastro Cada vez mais quebrado e tentando juntar os cacos

Gente, já li de tudo por aqui e adoro os temas sobre relacionamento. Dessa vez chegou a minha vez de desabafar. : PS: Sorry pelo textão, mas é que eu preciso externar um pouco de tudo pra ver se me serve de alguma coisa.
Já não sou mais um adolescente, mas também não chego a ser já um adulto de meia idade; mas tá perto rs. Tenho 27 anos, já beirando os 28. Nunca engatei definitivamente em um relacionamento sério e nem sei se sou preparado para isso efetivamente, serio mesmo. Minha família é meio fudi* sobre relacionamentos. Pais separados, confusões aqui e ali e até pelo que pude perceber sobre os que estão além dos meus pais, digo tios e tias, a situação não é muito animadora ou exemplar. Enfim, sinto até que de alguma forma por não ter bons exemplos ou referências em casa isso de alguma forma pode ter me afetado, me travado, ou até mesmo me ter deixado com um certo nível de ansiedade/panico. Sei lá. Moro com a minha mãe ainda e meu irmão mais novo.
Sou uma pessoa que simplesmente não sai e resolveu viver isolado na sua própria bolha; diria até que com poucos amigos próximos, digamos assim... (sabe daqueles que você pode literalmente contar com eles para o que der e vier? Pois é.). Já sou formado, pago as próprias contas, ajudo até de certa forma a segurar ainda a estrutura financeira abalada em casa. SIM, meu pai era o provedor do dinheiro como toda "família tradicional" brasileira; mas hoje me dia minha mãe já tem a fonte de renda dela que se complementa com a minha. E meu pai acho que ainda ajuda só por conta do meu irmão mais novo mesmo.
Enfim, sinto que o tempo vai passando e passando e a maneira como eu vivo hoje me incomoda. Não quero ter esse papel de "pai provedor" da família que eu ainda não tive, se é que me entendem. Sinto que preciso mudar e sair dessa zona de (des)conforto, mas ao mesmo tempo vivo um dilema entre a responsabilidade para com aqueles que estão comigo e a vontade de construir algo meu, a minha própria história. Agora assim, sair de casa pra (sobre)viver e ficar a ver navios é foda, até pq a vida sozinho é bad trip total. Nessa parte, já quero introduzir o tema o relacionamento que até então são inexistentes; penso que de alguma forma quando você tem alguém que vale a pena você lutar para que as coisas deem certo, e obviamente a pessoa também queira, de alguma forma os dois conseguem encontrar alguma felicidade em meio a tudo, mesmo diante das dificuldades.
Mas vamos lá que já estou é divagando aqui. Sobre relacionamentos: sou uma pessoa extramente fechada. Não saio. Como disse, sou de poucos ou quase nenhum amigo próximo. Não considero conhecidos ou colegas de trabalho como alguém que se pode contar muito, sabe. Obviamente pra não pirar da batatinha, pelo menos cresci aderindo ao hobby de jogar video games pra aliviar um pouco o estresse e até a deprê - na verdade herdei esse hobby da adolescência e acho que os sentimentos meio depressivos também. Tenho ps4 que mal jogo hoje em dia, mas ainda me divirto um pouco no pc com uma galera muito massa no lol kk. SIM. 27 anos jogando ainda League of Legends. Mas voltando... pra piorar um pouco, tenho de certa forma uma atração, ou sei lá um imã, pra garotas que são bem peculiares, digamos assim.
O meu primeiro contato na adolescência que talvez pudesse ter rendido um relacionamento foi com uma garota que conheci no Tinder. Eu deveria ter uns 17 anos mais ou menos. Nem tinha entrado na faculdade. Ela era gata e inteligentíssima, mas não me recordo o nome dela. Sente o drama: depois de semanas conversando e praticamente se descobrindo quase que nascidos um pro outro, ela me revelou que fazia tratamento para câncer e já faziam anos e mais anos na luta. As fotos dela eram de peruca, sabe. Tanto que depois de semanas ela começou a me mostrar as fotos já carequinha. Ela morava no interior e vinha de tempos em tempos aqui pra cidade fazer o tratamento dela. O namorado dela a deixou depois dessa bad trip. Enfim, um negócio pesadíssimo. Quase como A culpa é das estrelas. : O tempo passou, coisas aconteceram, a vida foi entrando numa velocidade frenética. A faculdade chegou, as provas, os semestres, os estágios, a rotina maluca e simplesmente fomos aos poucos deixando de nos falar e eu simplesmente não sei o final dessa história. Mas me arrependo quase que amargamente de não ter ido conhecer ela pessoalmente independente do desfecho.
Na faculdade, me apaixonei por uma garota. Mas nem vou me alongar muito. A thread da facul: depois de anos estudando juntos, me declarei pra essa garota e para minha surpresa uma amiga nossa em comum também fez a mesma coisa. A garota da história é bi e eu tinha total consciência sobre isso, mas só fiz o que meu coração mandou. Enfim, esse negócio não foi nem pra frente e nem pra trás. Nem eu e nem a nossa amiga em comum ficou/namorou essa garota. Mais uma vez o tempo foi passando e passando... até que terminei a faculdade e até onde tive notícias, hoje a garota que eu era apaixonado está namorando um cara aí. Enterrei esse amor e deixei o tempo cumprir o papel dele. Aconteceram outras coisas na faculdade também entre eu e uma outra miga, mas nem vou comentar pq não vem ao caso, simplesmente não era para ser e pronto e o pior é que até transa sem camisinha rolou kk #medo, mas calma que teve pilula e teste após isso. Então, nada de filhos não programados. Amém.
Após a facul e agora sim em um tempo mais recente. No trabalho, há uns dois anos atrás descobri que uma garota era perdidamente apaixonada por mim. Isso era novidade pra mim que já estava acostumado só com amor não correspondido, mas o drama aqui é que eu simplesmente não sentia a mesma coisa por ela. Olha só que ironia, não? Isso é foda, pq eu sabia como era gostar de alguém e isso não ser recíproco. Mas enfim, a garota foi demitida e com a demissão acho que foi-se qlq esperança de se construir algum amor - isso para os que acreditam que esse trem é construído tijolinho, por tijolinho. Eu só simplesmente não sei como funciona, desculpa.
Há seis meses atrás ou até mais, meu coração resolveu bater mais forte por alguém mais uma vez. Mais uma coisa que simplesmente não sei o pq diabos acontece, mas já aceitei que a vida é assim. Ela é uma colega de trabalho. O tempo passou, ficamos íntimos, conversamos muito, mas muito mesmo sobre absolutamente tudo. Literalmente tudo. A pandemia chegou e até hoje estamos de home office :p. O drama aqui é que eu resolvi me declarar para ela. Abri o jogo. Coloquei as cartas na mesa e joguei para ver o que iria dar. Como resposta tive um surpresa e um desagrado ao mesmo tempo. A surpresa foi em saber que ela se preocupa comigo tanto quanto eu me preocupo com ela, mas amigos... o sentimento que temos um do outro é bem diferente. Infelizmente! Ah e o drama aqui não vou entrar em muitos detalhes, mas a thread só não chega a ser pior do que a minha primeira história e a segunda. Talvez seja pior que a segunda. Envolve uma infância bem conturbada da parte dela, abusos do pai e até relacionamentos abusivos de ex. Mas como disse, não vou entrar em detalhes. Enfim, essa semana tive a noticia de que ela está com um cara ai e é isso, amigos. Mais uma vez quebrei-me em mais um monte de pedaços antes mesmo de saber o que é um relacionamento.
Agora assim, sabe o que é o pior de tudo? A sensação de baixa-autoestima que você acaba criando e acho que até uma certa ansiedade/nervosismo ou sei lá o que. Um sentimento quase como: qual é o meu problema? Será que eu não sou uma pessoa interessante? Estou fora do padrão do que costumam encontrar por ai? Enfim, neuroses que nem vale a pena perder tempo pra não cultivar bad trips. O tempo só vai passando e não há nada que eu possa fazer a respeito a não ser aceitar que as coisas são como são e pronto. E que simplesmente não sirvo para relacionamentos. Talvez isso me conforte de alguma forma.
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2020.09.07 08:06 arrux1 Eu estou exagerando ou sendo c*zona? Pessoa morando com a família sem consentimento de todos

A minha vida quase toda morei com meus irmãos e minha mãe na casa dela (onde estou atualmente). Porém, em 2016 mudei-me para o Rio de Janeiro por conta da faculdade e fiquei voltando a minha cidade natal apenas nas férias. Com a pandemia consegui homeoffice do estágio e EAD e regressei a casa da minha mãe em março pois achei que seria uma boa ideia ficar mais próximo da minha família nesse momento (risos) e estou temporariamente aqui até agora...
Meu irmão mais velho arranjou uma namorada (eles namoram + ou - a 2 anos) que é sócia de trabalho dele. No inicio do relacionamento ela aparecia de vez em quando aqui em casa, e quanto mais a produção do trabalho deles aumentava mais a frequência dela por aqui tb aumentava. Eu nunca tive problemas com a presença dela antes, até pq passava a maior parte do meu tempo no Rio. Porém, no terceiro mês que regressei a casa da minha mãe, em meados de junho, comecei a achar estranho o fato que ela ficava 24/7 aqui em casa, comia, dormia, ia pro trabalho, voltava e ficava direto por aqui.. porém relevei por questão da pandemia... era compreensível. Meu irmão do meio começou a ficar um pouco incomodado com isso tb pq jamais em nossas vidas trouxemos parceiros para passar tanto tempo nessa casa (até pq no passado, nossa mãe nunca permitiu) e segundo ele, essa situação já estava acontecendo bem antes da pandemia (meu irmão do meio também tem namorada atualmente e ela só apareceu por aqui nesse período algumas poucas vezes). Para além dessa situação, eu não me sinto muito confortável quando pessoas que não são do convívio diário passam muito tempo no lugar onde moro interruptamente, sinto que é uma invasão de privacidade (isso acontece também no meu apartamento do Rio com visitas que ficam mt tempo as vezes, mas converso com minha house mates e sempre resolvemos as situações numa boa - moramos a 4 anos juntas).
O tempo foi passando, eles começaram a comprar uma cama nova, microondas... até que minha mãe hoje confessou pra mim que achava que a menina tinha entregado o apartamento dela e estava morando aqui em casa (ela faz univ fora e n tem família aqui). A questão é: quando eu ouvi isso, eu fiquei muito puta!
Cara eu achei um absurdo a situação. Como é que uma pessoa se muda pra casa que eu morei minha vida quase toda e não conversa com ninguém? Tipo, eu entendo que estamos numa pandemia, ok, mas a menina se mudou sem previsão nenhuma de volta e não falou nada sobre isso. Como é que alguém vai comendo pelas beiradas e do nada PUFF se muda pra sua casa? Eu achei bizarro pra crl sendo que nem noivos eles são nem nada, é um namoro de 2 fucking anos.
Eu me senti desrespeitada pois não fui consultada e dividi isso com minha mãe. Falei que não gostei da forma que as coisas foram feitas, como é que se mudam pra uma casa com uma família morando e não consultam os moradores? Ela me respondeu que achava que eles iam casar em breve pq "a menina queria muito" e como mãe, queria dar o apoio nesse momento.
A menina não conversou nada com minha mãe que ia se mudar pra lá e aparentemente ela não ta ligando muito pra isso... Porém minha mãe ficou chateada pq eu fiquei afetada. Mas eu não acho que estou errada... enfim, de qualquer forma já estou vendo passagens para regressar ao Rio no próximo mês pois meu trabalho vai voltar presencial em breve, mas está me preocupando o fato dessa situação se alargar por muito tempo... tenho medo de ter que voltar pra essa casa por questões financeiras no futuro (vou fazer de tudo para que não) e ter que conviver com mais uma pessoa que não escolhi (como se não já bastasse a relação conturbada com meus familiares). Eu jamais me mudaria pra casa dos pais de um namorado sem conversar com a família dele antes nem traria pra morar comigo assim sem mais nem menos. Enfim, vocês acham que eu estou exagerando? É legítima minha indignação?
Nota: Meu irmão mais velho já teve relacionamentos muito mais duradouros no passado de 5, 6 e 8 anos e isso NUNCA rolou antes, nunca tive esse problema com nenhuma delas. Nem com namorados meus ou namoradas do meu irmão do meio.
Nota2: Aparentemente essa menina quer muito casar com ele e eles se dão bem, mas não sei se meu irmão quer...
Nota3: Todos os moradores da casa são adultos maiores de idade.
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2020.09.07 03:01 mayson_santos Gostaria de Recomendações de Blogs, Podcast e Canais no Youtube

Fala, galera! Imagino que essa seja uma pergunta recorrente aqui no sub, porém, só entrei recentemente mais a fundo no mundo do mercado de capitais (renda variável), que foi quando eu entrei nesse sub também. Vou explicar o porquê. Eu tenho 20 anos, sou acadêmico do 4° de Ciências Econômicas de uma Universidade Estadual e sou membro bolsista de um projeto do Ministério da Educação, portanto, minha grana é bem curta. As áreas que eu tenho interesse são: Macroeconomia; Políticas Públicas e Desigualdades; História Econômica do Brasil. Pretendo seguir para o Mestrado.
Os cursos de Economia do Brasil, no geral, não têm grande contato com mercado de capitais e investimentos. Só o INSPER se salva nesse quesito. Na minha Universidade só temos uma disciplina que trata sobre isso e ela é optativa.
Eu já fui Menor Aprendiz quando estava no Ensino Médio e no primeiro ano do curso fiz um Estágio que na realidade eu era um Auxiliar Administrativo. Quando eu terminei esse estágio eu entrei pra esse projeto que sou bolsista. Dessa trajetória toda que eu formei a minha reserva de emergência. Tinha alguns conhecimentos apenas de renda fixa, no caso, Tesouro Direto e CDBs.
Recentemente, fui convidado pra fazer parte de uma Liga Acadêmica de Investimentos e foi nesse momento que acendeu uma luz dentro de mim de motivação e determinação de aprofundar meus conhecimentos nessa área tão importante. Tenho curtido muito fazer parte da liga, principalmente da atividade do Clube de Leitura, que traz aquele nivelamento entre os membros. Entrei mesmo na renda variável no mês passado. Comprei 5 ações (ABEV, BBDC, ITUB, SAPR e TAEE). Ultimamente tenho estudado sobre FIIs.
Eu gostaria de recomendações de Blogs, Podcast e Canais no Youtube que tenham conteúdo de qualidade sobre investimentos, pois não conheço muitos fora o do Favelado Investidor, que eu passei a acompanhar depois de ouvir a participação dele no Flow Podcast.
Agradeço as contribuições!
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2020.09.03 04:41 gui_figueiredo Decisões

Eae galera, tudo bem com vocês? Acho que venho aqui hoje meio que contar parte de uma história, algo que será bom eu colocar para fora nesse momento em um espaço tão coerente que belas pessoas criaram aqui no Reddit. Não querendo me diminuir nem nada, sei que nenhum problema é maior que o outro, todos vivemos nossas próprias batalhas, então não venho aqui com um pesar, mas querendo dividir mesmo com vocês. A questão é que tomar decisões na vida realmente é difícil, hoje em dia tem tantas questões para se tentar, tantos caminhos para se seguir, alguns mais confiáveis, outros meio que incertos, mas parte de minha história é a seguinte. Desde pequeno eu sou apaixonado por automobilismo, por carros, motores e a sensação que tudo isso trás. Para mim um carro não é só um meio de transporte, mas algo realmente importante em que coloco todo meu amor e carinho. Desde pequeno sonho em ser piloto, porém, parentes e entes queridos sempre me disseram que seria difícil, que a nossa condição financeira não era tão propícia para isso pois realmente é um esporte caro, então se tornou aquele sonho beeem distante que foi sumindo com o passar do tempo. Hoje faço faculdade na área de medicina, amo a profissão que estou focado, porém a vontade de ir para as pistas está mais forte do que nunca, além das várias portas que estão se abrindo e do meu treino que estou fazendo mensalmente para alguns campeonatos. Sei que é um caminho complicado, sei que é caro, e entendo porque me disseram que não conseguiriam me ajudar a realizar esse sonho por questões financeiras. Venho mostrando todos os meus valores como piloto, que posso ser rápido, que posso dar conta do recado, porém da muito medo. Quando se está na pista você sente adrenalina, angústia, desânimo e medo, tudo misturado e a única coisa que se pode fazer é acelerar ou ser ultrapassado. Assim como todos nós, sou humano, tenho várias incertezas e medos, acordo todo dia com a angústia de tudo isso dar errado, porém o que queria deixar aqui para seja lá quem for ler é que o seu trabalho preencherá a maior parte da sua vida, então faça aquilo que ama, não sufoque a sua voz interior pelas opiniões alheias, siga seu coração e intuição pois lá no fundo, você sabe quem quer realmente ser. Minha missão é chegar lá, aquele ponto que me imagino, e mostrar aos demais que isso é possível, como Senna dizia, independente da sua classe econômica, seja a mais alta ou mais baixa, se você fizer com dedicação, amor e fé em deus, seja lá sua religião, você chega lá, um dia chega lá. Passe por cima dos seus receios e mesmo que obstáculos apareçam faça deles sua alavanca para um próximo estágio da sua vida. Nesse momento eu tenho medo, bastante, mas vou continuar em frente, da melhor forma que eu puder. Obrigado a você que leu até aqui, isso me ajudou a por essa euforia para fora. Tenha uma boa vida.
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2020.09.03 02:16 as0807 Preciso de opiniões

Vamos lá
Comecei em um novo emprego faz 2 meses, não estou registrada ainda. Porém o emprego não é nada do que eu esperava, e no dia da entrevista me venderam uma idéia totalmente diferente do que realmente é a realidade, sabem como é. Entro todos os dias mais cedo, saio todos os dias mais tarde, o ambiente é extremamente estressante. Acontecem muitos e muitos problemas, tento arrumar tudo, porém as coisas não dependem só de mim, pois estão interessados apenas em vender e no lucro, e os problemas só acumulando. Faço faculdade em outra área da que estou trabalhando, só quis realmente começar a trabalhar porque queria uma renda e ainda não estou no meu período de estágios. Esse trabalho afeta muito minha faculdade, mal consigo assistir as aulas pois todo os dias chego tarde em casa e já extremamente cansada e estressada, fora que as vezes preciso trabalhar aos finais de semana também, e acabo não tendo tempo de fazer as atividades. O trabalho lá me deixa totalmente estressada e sem ânimo. Então hoje resolvi falar com meu supervisor, e disse que iria sair, que para mim não estava dando muito certo e falei todos meu motivos. Ele me ofereceu um aumento, meu salário é 1.200,00, iria para 1.600,00. O que vocês acham? Não sei ainda o que falar, embora um aumento seja bom, não sei se compensa todo o estresse que passo lá e a falta de atenção para a faculdade, tenho bolsa integral na faculdade, então queria aproveitar bastante para estudar.
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2020.08.24 08:08 AzulaoCangaceiro Estudar em Stanford ou medicina?

Oi, gente! Tenho tido muitas dúvidas sobre o que fazer com minha vida recentemente, e em sua maioria tenho só recebido conselhos de americanos que não entendem muito bem a minha situação e pensei em vir perguntar aqui.
Eu estudo ciências da computação em Stanford University, na Califórnia. Atualmente, eu já terminei aproximadamente metade do meu curso, e eu tenho uma bolsa de estudos completa que cobre custos com tuition, alimentação, moradia, plano de saúde e até passagens do Brasil para cá. Eu gosto bastante da área de Machine Learning e AI, mas eu gostaria de poder aplicar essas tecnologias para a área de saúde, pois já fiz estágios em empresas que trabalharam com pesquisa de base e eu não gostei muito (principalmente por falta de contato com pessoas). Conversando com alguns alumni de Stanford sobre o porque de eu não gostar de engenharia pura e pensando um pouco sobre os planos que eu tinha no passado (passei minha vida toda querendo fazer medicina), eu pensei em como eu realmente desejo do fundo do meu coração me formar em medicina.
Pra quem não sabe, medicina nos estados unidos é considerado uma pós graduação, então depois de completar a faculdade (4 anos) você tem que fazer uma pós em medicina (mais 4 anos) e depois ainda passar por todo o processo de residência. Fora isso, pouquíssimas escolas tem bolsas de estudo para alunos internacionais, e o custo total de uma faculdade dessas é de 300 mil dólares total. Eu obviamente não posso pagar por isso; sou filha de um pescador e de uma artesã, e minha única opção seria estudar com bolsa, processo que é extremamente competitivo (tipo sei lá, 30 vagas no total no país inteiro para estudantes internacionais). Por isso, eu tenho pensado em simplesmente largar Stanford, ir pro Brasil estudar pro ENEM e tentar estudar medicina na universidade federal do meu estado. Várias pessoas me disseram que isso é uma ideia idiota, mas não sei se seria inteligente colocar toda a esperança do meu futuro nessas 30 vagas que estão sendo disputadas por pessoas altamente qualificadas de vários países diferentes.
Ao mesmo tempo, minha família é de baixa renda, então passar esses 6 anos da faculdade de medicina no Brasil sem trabalhar seria extremamente puxado. Se eu me formar em Stanford, poderia passar alguns anos trabalhando como Software Engineer nos estados unidos e juntar algum dinheiro pro futuro. Mas, de novo, eu não gosto tanto assim do meu trabalho e nem da cultura (e xenofobia rs) estadunidense.
Alguém tem algum conselho pra essa situação? haha
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2020.08.21 05:09 jogarfora2 E de novo, vergonha de ir encontrar antigas amigas em um almoço do domingo

Não adianta inventar sintomas de corona pois já peguei e eu sei que vocês vão dizer que se são minhas amigas mesmo elas vão entender, mas não é bem assim, e a vergonha e ansiedade?? Fora uma leve inveja
São antigas amigas de ensino fundamental, as poucas que tenho. Uma conseguiu virar advogada de um escritório, teve coragem de fazer teste do sofá, já pedi uma ajuda com parcerias pra ela mas me ignorou... A outra, ficou um tempão desempregada depois de se formar e conseguiu um emprego tem 1 mês, apesar de ser fora da área, pelo menos tá trabalhando. Fiquei feliz por elas.
A terceira é minha prima, crescemos juntas, fiz uma prova de estágio online em uma grande empresa pra ela e fechei a prova, depois de dois anos conseguiu efetivar lá, sei que foi mérito dela por ter conseguido conquistar a vaga, o que me fode é o fato da família começar a comparar, minha vó principalmente. E além do mais essa prima pediu serviço de advogada GRATUITO, não quis dar um centavo, eu recusei, claro.
E lá vou eu recomeçar faculdade de TI semana que vem, do zero, reiniciar a vida. Fiz uma prova de estágio ja porém fiquei entre os 10 primeiros, pelas minhas contas vão me chamar só daqui, no mínimo 6 meses. Enquanto isso vou tentando outros.
Vergonha, ansiedade e ponta de inveja, me desculpem. Não consigo ler, jogar, assistir tv, transar, sem que em algum momento passe um filme do meu fracasso de vida na cabeça, não consigo mais me divertir. Tenho rosto sem expressão. Vi uma foto antiga com essas amigas, de 2007, no dia do meu aniversário, estava abraçando uma delas, não me lembro de ter esboçado tamanha felicidade na vida depois de 2012.
Desculpem os devaneios e texto longo
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2020.08.18 23:36 saske2k20 Cansei de processos seletivos para estágio!

Percebi que eu não tenho mais saco para estágios, por mais que você já não seja nenhum "gafanhoto" já tenha experiência em outras áreas, tenha um currículo razoável, tenha tido boas experiências em todos os trabalhos, esteja perto de se formar, o RH sempre vai te tratar como "o estagiário" alguém que não sabe nada da vida, alguém que é ingênuo e burro, ontem a entrevistadora veio argumentar que eu devia acordar mais cedo só porque eu questionei se a porra do estágio tinha flexibilidade de horário sabendo ela que eu moro há 60km de distância do trabalho e em períodos de pandemia por razões óbvias a dinâmica do transporte público muda.
Fora as mesmas perguntas patéticas de sempre sobre quem eu sou, o que eu quero etc...
Além disso eu falar que uma fucking bolsa de 700 conto não dá para se manter morando longe é quase um sacrilégio já que o cara deve aceitar qualquer merreca para fazer o mesmo que o profissional, mas sendo estagiário ele tem que calar a boca e não tem poder de negociar.
Cansei dessa merda, nem que eu tenha que trabalhar um período fora da área(TI) ou estudar para ganhar mais conhecimento, com a idade e paciência que eu tenho hoje não quero mais saber disso! Já deu!
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2020.08.18 19:05 New_File2351 A depressão destruiu a minha vida. Não deixe que destrua a sua também

Saí de dentro de uma caverna pra escrever esse post. Aparentemente tem muita coisa acontecendo que vai me abafar, mas postarei mesmo assim,
Sofro de depressão desde a minha infância e a minha vida foi marcada pelo completo vazio. É difícil explicar para as pessoas o que é esse vazio, pois sempre estão fazendo alguma coisa. Eu nunca fiz nada e é sobre esse nada que quero falar.
Nunca tive amigos ou alguém com quem pudese conversar. Também nunca interagi com as pessoas pela internet. Na escola eu ia embora logo e não interagia com ninguém. Não fiz atividades fora da escola. Nunca tive nenhum relacionamento, sequer beijei alguém durante toda a minha vida. Também nunca trabalhei nem continuei os estudos.
A única coisa que fiz na vida foi uma faculdade e nem sei como, pois eu quase não frequentava, não fiz pesquisa, não tive bolsas, nada. Eu fazia as provas e ia pra casa. Quase não conheci ninguém, nunca fui a nenhum evento com colegas de sala, nada.
Quando falo em depressão, muita gente deve imaginar uma pessoa triste, mas que faz as coisas, pois ouço muitas histórias de pessoas com depressão que viajam, namoram, fazem muitas coisas. Não é isso o que aconteceu comigo. Ao longo desse tempo eu mal tive ânimo ou energia para nada, por muitos momentos me vi no chão, sem conseguir sair do lugar, como se meus músculos não respondessem aos meus movimentos.
Eu demorei muito pra receber um diagnóstico e fazer tratamento, porque minha família achava que era tudo frescura minha, que eu era preguiçoso, apático e que não gostava de fazer nada. Com isso fui perdendo muitos anos de vida.
Venho fazendo tratamento, já tomei quase toda classe de medicamento possível, tudo sem resultados. Já fui por diversas vezes a psicólogos mas não fazem nada. Tudo foi em vão e só perdi ainda mais tempo.
Hoje eu tenho 27 anos e perdi completamente a minha vida. Você que está lendo pode até dizer que ainda estou jovem e posso fazer muitas coisas, mas não é a mesma coisa. Eu não posso vivenciar o que é ser uma criança brincando com os amigos, um adolescente namorando, um adulto jovem fazendo pesquisas na faculdade, estágio, iniciando uma carreira. Eu não posso vivenciar nada disso. No máximo eu posso vivenciar o que é ser uma pessoa mais velha "correndo atrás".
O que me resta nessa vida? Vivi a vida toda como um animal de estimação sem nunca fazer nada. Eu não tenho o que fazer ou pra onde ir. Você que está lendo isso deve ter dificuldades pra entender o que é o completo vazio. Esse vazio nos destrói por dentro até que ficamos igualmente vazios, carcaças ambulantes e sem vida. Eu nunca vivi.
O que farei não será um suicídio, pois só morre quem está vivo. Eu já morri há muitos e muitos anos, só esqueceram de me enterrar. O que farei será apenas finalizar essa tarefa.
Se você que está lendo isso tem sinais de depressão ou se identifica com qualquer coisa que escrevi, não deixe que a depressão destrua a sua vida também. Procure e faça todo tipo de tratamento que puder, enquanto é tempo.
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2020.08.18 18:40 jogafora____ Perdido, apático, sem nenhum interesse particular

Olá,
Tenho 28 anos, estou para terminar uma faculdade de Direito, mas nunca estive tão perdido.
Eu nunca soube qual vestibular eu gostaria de prestar, lembro que na 8ª série primeiro pensei em Arquitetura, mas desisti por conta de uma arquiteta. Também tive interesse pela informática, nem sabia da existência destes cursos superiores de informática, mas como minha família me usava de técnico 0800, eu desencantei. Apareceu a Medicina, porque queria ajudar as pessoas, e esse foi meu primeiro vestibular, que eu não passei, acabei escolhendo Educação Física, mas, no fundo, não era o que eu queria, por isso voltei a prestar vestibular. Depois de várias tentativas mudei o curso, Direito, porque "você tem cara de quem faz Direito" e fiquei. Detestei. A única área que me interessei foi Direito Internacional, mas nosso país não se importa muito com essa matéria nos cursos de Direito, logo a única matéria que me interessou foi muito rasa - ironicamente, as minhas melhores notas são em Direito Privado, não sei se é comum porque nunca comparei com colegas de classe, mas podia não estudar, ou estudar pouco para me sair muito bem nas provas (se for o caso de TODOS irem bem em Direito Civil, pode ser que eu nem tenha aptidão, seja só um conteúdo "fácil" - menos Direitos Reais, eu não gosto).
Faltam poucas matérias para eu me formar e eu nunca fiz estágio fora da faculdade, e eu não sei o que fazer: faço OAB? Estudo para concurso? Eu não tenho ideia. Um professor de Comércio Exterior (até achei interessante essas questões de arbitragem internacional) foi até solícito a mim, lembro que à época conversei com ele sobre não estar gostando do curso e ele disse para eu mudar, mas eu achava que não podia.
Meu interesse primordial é sair do país, sei que não escolhi o curso mais adequado para este fim, mas são águas passadas. Não gosto da nossa cultura (do nosso "jeitinho", de gente que finge ser sua amiga sem nem te conhecer, da falta de educação das pessoas), não me sinto seguro neste país e vejo que como os políticos são reflexo do seu povo, nossa política ainda vai nos trazer muita tristeza.
Sei que o caminho mais "fácil" para alguém do Direito que quer sair do país é advogar aqui já mirando um país e trabalhar como um advogado internacional lá, para a população brasileira local. Só que eu estou perdido e não tenho com quem conversar, eu só sinto a pressão aumentando, principalmente por ser mais velho e acabo meio que sendo um peso morto aqui em casa.
Eu só gostaria de uma luz porque me sinto perdido no escuro.
Obrigado
PS já li e reli isso várias vezes, não sei se ainda tem erros ou se me expliquei mal, mas vou enviar assim porque se eu ficar pensando muito eu não envio
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2020.08.18 01:59 EuRoddy Sou rejeitado por ser fora dos padrões

Amigos, preciso de ajuda.
Sou homem, carioca, tenho 28 anos, sou negro e gay. Embora eu seja uma pessoa normal, não tenho traços bonitos, meu rosto é coberto de cicatrizes e manchas de acne e foliculite, sou alto e desengonçado e sempre tive dificuldade em ganhar peso. Ou seja, sou feio. Talvez isso não seria um problema se minha vida não fosse tão triste...
Desde muito pequeno, sempre soube que era diferente. Embora gostasse de "coisas de menino", sempre percebi que a figura masculina me atraia muito mais que a feminina. Mas, por conta do enorme preconceito do ambiente familiar e na escola, tentei, por muitos e muitos anos, refrear qualquer tipo de sentimento homoafetivo. Sempre busquei me aproximar dos homens apenas como forma de amizade. Felizmente, pude ter alguns amigos ao longo dos ensinos fundamental, médio e superior. Apesar disso, o bullying foi uma constante na minha vida. Sempre fui humilhado, ridicularizado e até agredido fisicamente na minha infância e adolescência por ser um menino sensível, péssimo nos esportes e, sim, feio. Não bastasse a humilhação por parte dos meninos, também era rejeitado por muitas meninas. Na minha tentativa fracassada de tentar ser hétero, acumulei apenas frustrações. Conclusão: terminei o ensino médio, com 17 anos sem sequer ter beijado na boca.
Entre 2010 e início de 2012, passei um dos períodos mais solitários da minha vida. E foi nesse período que minha saúde mental piorou. Ao ter meu primeiro contato com a pornografia gay, me dei conta de que por mais que tentasse, era impossível mudar a minha natureza. Ou seja, eu era gay e teria que me conformar. Porém, logo me dei conta de que ser gay não seria fácil. Além de ter a certeza de que jamais poderia me assumir por conta da religião da minha família, me dei conta de que o meio gay tem um gosto em que não me encaixava: homens brancos, musculosos e bonitos. Exatamente o contrário do que sou.
Quando comecei a faculdade, felizmente encontrei um ambiente diferente de tudo que até então tinha experimentado. Mantendo minha sexualidade escondida, fiz amizades, fui respeitado, saí, me diverti. Porém, faltava algo. Nunca havia namorado. Sequer tinha ficado com alguém. Estava eu com 23 anos sem sequer saber o que era tocar em uma pessoa. Até que, por influencia de amigos, cometi um dos piores erros da minha vida. Tentei namorar uma amiga, a única pessoa que, até então, demonstrou abertamente ter gostado de mim como homem. Meu desespero em me sentir uma pessoa normal falou mais alto, e eu investi nesse relacionamento desde o princípio fadado ao fracasso. Foi nela em quem dei meu primeiro beijo. Mas foi só isso. Embora eu tentasse, não sentia atração sexual por ela. Por mais carinhosa que fosse, eu sabia que não era aquilo que eu queria pra mim. Mas eu não poderia dizer porque tinha vergonha e medo demais para assumir que era gay. Até que um dia, tivemos uma discussão por conta de um amigo que ela não gostava e nossa tentativa de ficada acabou poucos meses depois. Pelo menos eu saí da faculdade tendo beijado na boca. Mas ainda virgem. Aos 25 anos...
O tempo passa. Me limito a saciar minha sexualidade com pornografia e masturbação. Mas só quando dava, porque dividia o quarto com meu irmão. Em 2018 entro no mestrado. Pouco mais de um ano depois, começo a escrever minha dissertação, termino meu estágio numa boa empresa e agora tenho tempo de sobra pra ficar em casa. E foi aí que a coisa piorou mais ainda. Novamente solitário, vieram a ansiedade e os sintomas de depressão. Não tinha ânimo para nada, sentia apenas o desespero por viver uma vida de merda, sem emprego, fazendo algo que detestava, e sem nunca ter tido a oportunidade de ser quem eu realmente era. Até que, decido a finalmente viver minha sexualidade, criei uma conta em um app de encontros gay, o Grindr. Tentando ter minha primeira experiência sexual, já aos 27 anos, acabei dando de cara com outra realidade: a do preconceito no mundo gay. Sendo negro, pobre, magro e fora de qualquer ideal estético, só encontrei mais rejeição. Algumas poucas e raríssimas vezes, tive momentos de felicidade ao não ser bloqueado por alguns caras, a maioria desses apenas por causa do meu pênis, certamente a minha única qualidade reconhecida pelos gays. Por quatro meses, busquei me relacionar com alguém, sem nenhum êxito. Até que em 4 de março desse ano, tive a chance que mais queria. Perder a virgindade. Mas o que parecia bom, foi na verdade uma das piores sensações da minha vida. Ao chegar na casa do rapaz, que morava a uns 500m da minha casa, me foi dado apenas o direito de fazer sexo oral e receber o esperma dele. Migalhando um pouco de prazer, me arrisquei fazendo sexo sem camisinha com um cara que nunca tinha visto na vida. Não rolou beijo, não rolou conversa, não rolou carinho. Apenas tive 10 minutos de sexo e fui pra casa. Uma semana depois, conheci outro cara, de 38 anos, lindo. Definitivamente a melhor coisa que poderia acontecer. Quando nos encontramos, ele pegou na minha mão, conversou comigo e me deixou à vontade. E transamos. Ou melhor, tentamos. Dessa vez, a minha total inexperiência me brochou. Ele gozou, eu não. Aliás, também não gozei na minha primeira transa. Perguntei a esse cara se eu o tinha decepcionado, ele disse que não, que deu errado pelo nervosismo. Acreditei nisso. Até que um dia, ele me chamou para ir à casa dele, à noite. Por medo de dar errado de novo, e pra não gerar desconfiança em casa, não fui. E o cara que eu achei compreensivo, e o primeiro homem que beijei, aos 27 anos, passou a me ignorar. Semana passada, tive uma das piores crises de ansiedade que já senti. Chorei de domingo a sexta. Tentando me aproximar dele de novo, pedi sua ajuda. Disse que estava me sentindo mal. Perguntei a ele se ele tinha me achado realmente atraente, se ele sentiu tesão em mim. Ele disse que iria responder, que estava digitando e que mandaria a resposta quando pudesse. Até agora nenhuma resposta. Me senti rejeitado de novo. Mas nada está ruim que não possa piorar...
Continuando minha busca por viver minha sexualidade, encontro cada vez mais nãos. Quando inicio uma conversa enfiando foto, sou bloqueado. E nas situações em que a conversa passa do oi, todo interesse do outro lado acaba quando mostro meu rosto e meu corpo. Cada vez mais minha autoestima diminui. Me sinto um lixo. Desde janeiro faço academia, já ganhei peso (embora ainda magro), tenho cuidado da pele do rosto e já até adotei um penteado mais moderno, mas tudo que eu tento fazer para ser alguém atraente de nada adianta. Sou preterido por ser fora dos padrões. Me sinto feliz por saber que ao menos uma vez pude beijar e me relacionar com alguém. Mas a certeza de que dificilmente irei encontrar alguém com quem possa dividir bons momentos me entristece demais. Aos 28 anos, nunca namorei. Nunca soube o que é me apaixonar. Não sei o que é sair com um namorado. Não sei o que é ser amado. E por mais que eu tente ser bom nas outras áreas da minha, a solidão é dolorosa demais. Sinto vontade de morrer. Minha comunidade me rejeita.
Sou infeliz.
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2020.08.10 05:13 heroesdontcry Sou gay mas casei com uma mulher

Eu nunca conversei sobre isso com ninguém, além da minha própria esposa. Mas, sei que esse assunto a deixa triste, pois milhares de pensamentos começam a brotar na cabeça dela sobre se algum dia vou deixar de amá-la ou se vou traí-la. Então, quando bate aquele desespero e me sinto perdido dentro de mim, não tenho ninguém com quem conversar. Ela sabe que sou gay e me aceita. Não me relaciono com homens e sou completamente fiel em nosso relacionamento. Estamos juntos há onze anos, desde que eu tinha 18, e eu a amo como nunca amei ninguém. Mas não me sinto atraído por mulheres. Nada mesmo... Já fui apaixonado por um menino, antes de conhecer ela. Passei por todos os estágios de um menino que se descobre gay, porém nunca me relacionei com menino algum. Eu era muito tímido e religioso para isso. Foi nessa época que comecei a descobrir quem eu realmente sou, mas eu era evangélico, então fui convencido de que tudo era influencia maligna. Nós nos conhecemos na igreja e eu interpretei tudo como um sinal de Deus para me livrar daquele "mal". Talvez realmente tenha sido, mas não nesse sentido, pois ela é a melhor pessoa que eu já conheci e, mesmo depois de mais de uma década, ainda da somos melhores amigos.
A medida em que fui me afastando dessa religião tóxica fui me conhecendo longe do julgamento divino e percebendo que o que eu era não era nada errado. Mas aí, já era tarde demais. Já estava em um relacionamento duradouro, firme e estável, legalmente firmado.
Eu a amo demais, e só o pensamento de viver sem ela me destrói por dentro. Mas, ao mesmo tempo, vivo com essa dor constante, como uma coceira que nunca consigo alcançar. E está me deixando louco.
Já não sinto graça na vida, em nada. Tudo parece sem cor.
Penso constantemente em me separar, me assumir e seguir minha vida sendo quem sou de verdade, mas não consigo encontrar a força. Então, olho para ela e desisto de tudo, porque percebo que ainda a amo e que tudo o que eu quero é viver com ela a vida que planejamos. Desisto de tudo e, minutos depois, vejo um cara bonito na rua, ou tenho um sonho em que estou em um relacionamento com um cara, e tudo volta a desmoronar. Me bate uma agonia pensar que nunca vou ser capaz de compartilhar o verdadeiro eu, minha verdadeira sexualidade, com alguém que também seja assim, com um corpo pelo qual eu me sinta atraído.
Não sei mais o que fazer. Sei que nunca seria capaz, mas o suicídio tem se tornado um pensamento constante.
Parece que tem dois de mim aqui dentro, e nenhum está feliz
Enfim, desculpa pelo textão, mas eu precisava botar pra fora...
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2020.08.09 03:05 YatoToshiro Fate/Gensokyo #52 Shirou Kotomine (Fate/Apocrypha)


https://preview.redd.it/ovxwfkopgvf51.png?width=5000&format=png&auto=webp&s=83b98371b848b680cc72b2b47a7b64d4d575743d
​O verdadeiro nome do Ruler é Shirou Tokisada Amakusa, O líder adolescente da Rebelião de Shimabara. Nascido no período Edo, ele era um menino de milagres que quase poderia ser chamado de santo. No entanto, como exatamente ele foi descoberto e, de fato, pelo menos uma boa metade de sua vida está envolta em mistério. Aquele que se concentrou em seus estudos desde a infância começou a fazer muitos milagres na fronteira por um tempo. Tendo curado feridas e andado sobre as águas, ele finalmente começou a ser entusiasticamente adorado como filho de Deus pelos camponeses que acreditavam em uma religião proibida. Na realidade, ele era apenas um feiticeiro. Ele não foi ensinado Magecraft, mas foi algo que veio a ele naturalmente, mas muito raramente. Seu uso de Magecraft era principalmente subconsciente, então ele nem mesmo percebeu isso. Acontece que ele nasceu com o poder de exercer os milagres chamados Magecraft, e ninguém ao seu redor jamais apontou isso, então ele era reverenciado como um menino de milagres. Talvez Mori Souiken e seus colegas tenham suprimido esses sussurros.
The Shimabara Rebellion
Os governantes da terra, o clã Matsukura, aumentaram drasticamente os impostos, causando fome e tributação excessiva ao povo. Esta ação forçou os fracos a cair em desespero, pois eram incapazes de resistir. Enquanto continuavam a ser explorados, as pessoas encontraram a salvação no Cristianismo, as palavras cheias de amor que não podiam ser derrotadas pela fome, pobreza ou desespero. No entanto, o clã Matsukura tentou tirar até isso deles. Para eles, não era mais exploração, mas assassinato. O povo foi provocado e se levantou e se revoltou. Eles temeram que seu direito de viver fosse retirado superou seu medo de morrer em batalha.
Entre eles estava Shirou, um menino na época. Ninguém sabia se sua presença era coincidência ou vontade de Deus, mas antes que alguém percebesse, Shirou os estava liderando, embora sob as instruções de vários Rōnin. Em pouco tempo, ex-vassalos de Konishi Yukinaga o tinham como líder e estabeleceram um exército rebelde contra o Xogunato Edo. Junto com os camponeses de Shimabara, que estavam sofrendo com o ambiente hostil da época, eles levantaram uma insurreição em grande escala. Sua batalha não deve ter derrota e nem vitória também. Porque ao se levantarem, eles eram perdedores e vencedores ao mesmo tempo. Tudo o que lhes restou foi o poder de se levantar, mas o próprio ato de se levantar foi um ato necessário. Eles se levantaram por causa daquilo em que acreditavam - isso em si era importante e era o que eles desejavam. Eles acreditavam que os sacrifícios seriam reduzidos ao mínimo, e mesmo que várias pessoas incluindo eles próprios se tornassem sacrifícios, o mundo não morreria, mas sim renasceria.
The Shimabara Rebellion
Os governantes da terra, o clã Matsukura, aumentaram drasticamente os impostos, causando fome e tributação excessiva ao povo. Esta ação forçou os fracos a cair em desespero, pois eram incapazes de resistir. Enquanto continuavam a ser explorados, as pessoas encontraram a salvação no Cristianismo, as palavras cheias de amor que não podiam ser derrotadas pela fome, pobreza ou desespero. No entanto, o clã Matsukura tentou tirar até isso deles. Para eles, não era mais exploração, mas assassinato. O povo foi provocado e se levantou e se revoltou. Eles temeram que seu direito de viver fosse retirado superou seu medo de morrer em batalha.
Entre eles estava Shirou, um menino na época. Ninguém sabia se sua presença era coincidência ou vontade de Deus, mas antes que alguém percebesse, Shirou os estava liderando, embora sob as instruções de vários Rōnin. Em pouco tempo, ex-vassalos de Konishi Yukinaga o tinham como líder e estabeleceram um exército rebelde contra o Xogunato Edo. Junto com os camponeses de Shimabara, que estavam sofrendo com o ambiente hostil da época, eles levantaram uma insurreição em grande escala. Sua batalha não deve ter derrota e nem vitória também. Porque ao se levantarem, eles eram perdedores e vencedores ao mesmo tempo. Tudo o que lhes restou foi o poder de se levantar, mas o próprio ato de se levantar foi um ato necessário. Eles se levantaram por causa daquilo em que acreditavam - isso em si era importante e era o que eles desejavam. Eles acreditavam que os sacrifícios seriam reduzidos ao mínimo, e mesmo que várias pessoas incluindo eles próprios se tornassem sacrifícios, o mundo não morreria, mas sim renasceria.
Bandeira do Rally de Amakusa Shirou
Shirou trouxe um milagre, a possibilidade de vitória que deveria ser impossível. Em suas próprias palavras, ele recebeu um poder miraculoso concedido por Deus porque Deus ocasionalmente exercerá malícia devido à boa vontade. Infelizmente, Shirou obteve a vitória. Todos ficaram loucos e animados com a vitória. Eles se apegaram a Shirou, que havia vencido uma batalha onde a vitória deveria ser impossível, como um filho de milagres. Aquela pureza tola deles perturbava o menino. Shirou acreditava que eles não deveriam ter vencido. Vencer não era uma opção. Ele tinha se empenhado em salvar vidas em um futuro próximo e desviou os olhos do quadro maior. Eles podem morder um gato encurralado - mas depois de ser mordido, o gato enfurecido retaliaria matando-os.
Death
Apesar de levar o levante levianamente no início, o Edo Shogunate ficou sério devido às suas forças punitivas serem derrotadas e enviou Elder Matsudaira Nobutsuna como o comandante supremo. Shirou liderou a defesa do Castelo de Hara e derrotou o mais forte dos atacantes do Shogunato em uma série de surtos defensivos coordenados. Matsudaira Nobutsuna aplicou táticas de fome ao exército revoltado que se fechara no Castelo de Hara e estimou o tempo em que ficariam sem comida e munição para iniciar sua ofensiva geral. Foi dito que 37.000 pessoas, incluindo Shirou, foram massacradas pelas forças do shogunato, com exceção de um único traidor (existem várias teorias sobre isso).
Depois que sua rebelião falhou, Shirou foi condenado à execução por decapitação. Antes de sua morte, Shirou se sentiu ingênuo e testemunhou uma cena horrível enquanto seus camaradas eram lentamente mortos. As cabeças decapitadas de idosos, homens massacrados como animais experimentais, bebês perfurados por lanças, garotas estupradas em busca de luxúria e depois jogadas fora. Ele estava convencido de que as incontáveis vidas reunidas não foram tiradas pelo inimigo, mas por ele mesmo. Shirou, sem mudar de expressão nenhuma vez, aceitou esse resultado com uma vontade de aço e isso o tornou impossível ceder e desistir. Ele apenas olhou para esta cena de ruína. Ele não revelou resignação ou tristeza e até superou a dor de seus braços desmembrados. Ele aceitou que havia perdido a responsabilidade pela morte de seus companheiros e sua morte inevitável. Mas a única coisa que ele não podia aceitar era que tudo iria desmoronar depois disso. Ele não conseguia aceitar. Depois de ter perdido tantas vidas, ele absolutamente não podia aceitar que nada seria ganho como resultado.
"Assim Deus. Me dê outra chance. Da próxima vez, não vou perder de vista o quadro geral. Vou eliminar todos os obstáculos, inimigos e adversidades no meu caminho. Da próxima vez, vou obter tudo de bom do mundo. Um mundo onde todos são felizes, todos são bons e todos são perfeitos. Vou exterminar todo o mal e criar um mundo novo e puro."
(Última oração de Shirou Tokisada Amakusa)
Fate/Grand Order
Amakusa Shirou é o mesmo indivíduo que reencarnou em "Apócrifos". Ele possui suas memórias da Terceira Guerra do Santo Graal. Sua presença é totalmente contraditória com os registros do mundo da "Grande Ordem". Ele se relaciona com Sakata Kintoki, Lu Bu e Fuuma Kotarou na Caldéia.
Amakusa Shirou Trial Quest
Shirou e Child-Gil estão lutando pela subespécie do Santo Graal.
O Demônio da Vingança uiva na Torre da Prisão Editora
Shirou é o espírito heróico que governa a "ganância" na torre da prisão.
Salomon: O Grande Templo do Tempo
Ele está entre os Servos do "Evento Especial" para ajudar a Caldéia contra o Pilar dos Deuses Demônios.
Província de Shimosa: o estágio de rios de sangue e montanhas de cadáveres
E a versão do universo alternativo dele é o Feiticeiro (妖術 師, Yōjutsu-shi?), Que está colaborando com o Limbo Caster. Ao contrário do Shirou da maioria das linhas do tempo do Destino, este ficou totalmente louco com Shimabara e se tornou um Vingador. Ele vagou por mundos paralelos bizarros antes de entrar em contato com o Deus Alienígena, a quem ele adora como Lúcifer, o Grande Satã. Em um ponto, ele fala sobre seu ódio pelo Amakusa Shirou das outras linhas do tempo, que ainda ama a humanidade e quer salvar o mundo.
Dia dos namorados 2018: ~ Os jardins de chocolate florescentes dos namorados
Shirou encontra Semiramis no final do evento, embora ela aparentemente não o reconheça.
Interlude
Deixe-nos contar uma história da salvação mundial. É o seu interlúdio. Amakusa Shirou acompanha Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight para evitar que até mesmo as menores Singularidades surjam. Shirou conta seu passado para Ritsuka e Mash. Eles detectaram um Santo Graal poluído, a lama negra que escorre pode contaminar os Servos. Eles derrotaram os restos de Zouken Matou e seus insetos. Angra Mainyu surge da lama, ele pergunta quem quer o Santo Graal corrompido. Shirou os trai porque tem um objetivo e luta contra Ritsuka, Mash e Angra Mainyu. Como Shirou foi derrotado, o Santo Graal estava prestes a explodir. Shirou insiste que ele destruirá o Santo Graal porque ele foi derrotado, então ele porá um fim nisso. Quando eles retornam à Caldéia, Shirou informa ao grupo que enquanto houver um Santo Graal, ele o reivindicará. Porém, para sua surpresa, Ritsuka diz que vai parar Shirou quantas vezes forem necessárias. Ele e Ritsuka não conseguem chegar a um entendimento, mas Shirou está disposto a colocar seu próprio sonho sob o selo para que possa lutar ao lado de Ritsuka. Como punição por sua traição anterior, Ritsuka ordena que Shirou limpe seu quarto, ao qual Shirou devotaria tudo.
Outras aparições
Em Fate/strange Fake, ele é mencionado na abertura da narração de Rider. Diz-se que se a Guerra do Santo Graal existisse quando Shirou viveu, ele pode até ter sido capaz de invocar seu eu futuro mais poderoso, um ícone do heroísmo.
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2020.08.09 01:05 Mineira_Anonima Nice Estagiária Filha da Fruta

Tentei reduzir o máximo que eu pude gente, mas eu tinha que detalhar tudo diretinho.
Olá Luba, editores etc... E turma que está a ver... Vou apresentar a vocês a história de quando uma estagiária quase fez minhas colegas e eu repetirmos o estágio mas demos a volta por cima.
Isso aconteceu em 2019, estávamos no 4° Período de Psicologia e começaríamos o nosso primeiro estágio. Minhas amigas Ana Paula e Manu (nomes trocados) e eu fomos estagiar em uma instituição familiar que faz trabalhos com crianças, jovens e idosos, lugar maravilhoso por sinal.
Nós faríamos 10 encontros de 3 horas cada com dois grupos, um de crianças e um de pré adolescentes, teríamos que apresentar um relatório para cada encontro e no fim do estágio mais um relatório final de umas 80 páginas, fora um outro trabalho sobre a instituição em que tínhamos que ler 20 artigos sobre psicologia social e escrever um resumo de cada um. Esse trabalho tivemos que entregar antes do início do estágio. Um pouco cansativo mas nada impossível
Passaram-se uns 3 encontros na IFI (nome fictício pra instituição que significa instituição familiar incrível) e o Carls (nosso supervisor de estágio) nos apresentou a Nice Estagiária, a Rainara. Ele disse que ela tinha se transferido de outra facul e que estaria no nosso grupo de Estágio. Ela já estava no sétimo período e as meninas e eu no quarto, então estranhamos muito quando ela disse que ainda não tinha começado a fazer estágio mas na nossa facul começamos a estagiar cedo então ok. Como uma boa anfitriã ajudei a Rainara a fazer a inscrição do estágio e expliquei como funcionaria tudo certinho.
Nós recebemos a Rainara de braços abertos embora eu sentisse que algo de errado não estava certo naquela garota, ela tinha uma carinha de sonsa que não me agradava.
Então começamos a pôr a mão na massa, separamos os artigos para recomeçar o trabalho, cada uma ficou com 5 pra ler e fazer os resumos. Quase não entregamos no prazo mas deu tudo certo.
No último dia pra entregar o trabalho, Ana Paula, Manu e eu estávamos trabalhando a todo vapor quando eu recebo uma mensagem da bunita da Rainara dizendo que estava muito difícil fazer os resumos e perguntando se eu não queria fazer pra ela. Eu disse que não, é claro, e expliquei que todas nós estávamos atoladas com o trabalho. Então ela fez a parte dela e as meninas e eu fizemos a nossa (a parte dela ficou uma boxta).
Quando fomos nos outros encontros na IFI tivemos mais problemas, vez ou outra a Rainara faltava e quando ela ia, ela não interagia com as crianças. Nós combinamos de que em cada semana uma de nós faria o planejamento do próximo encontro, e quando chegou a vez dela fazer ela ficou enrolando e querendo que as meninas e eu fizéssemos isso pra ela, nós ajudamos, mas o resto do planejamento ela teve que fazer sozinha.
Quando chegou no final do estágio, Ana Paula e eu tínhamos faltado tbm uma vez cada uma. Eu faltei por causa de uma entrevista de emprego lá em Coronel Fabriciano e Ana Paula teve que ficar em Governador Valadares pra uma consulta médica. A Rainara acumulava faltas, um dia ela ficou doente, outros dias ela dizia que tinha que trabalhar mas ela não procurava o pessoal da instituição pra ver como ela poderia repor essas faltas, provavelmente queria que nós fizéssemos isso pra ela.
Nós dividimos as partes pra cada uma fazer o relatório final e a Rainara ficou com a introdução (péssima ideia) ela fez aquele drama falando que a introdução era difícil demais e que era pra dar uma coisa mais fácil pra ela fazer, SENDO QUE TODO O DESENVOLVIMENTO, MÉTODO E CONCLUSÃO QUE QUASE MATAM A GENTE, E AS MENINAS E EU QUE ESTÁVAMOS FAZENDO. Depois de relutar muito ela fez a introdução e adivinha... Ficou uma boxta. O Carls reenviou o relatório final pra mim falando que estava horrível (ele só leu a introdução e desistiu) eu entrei em pânico e a crise de ansiedade veio pra me detonar, avisei Ana Paula e Manu que ficaram do mesmo jeito. Lembro que na hora que eu recebi o e-mail estávamos nos preparando pra ir pra pra missa aqui em casa. Minha mãe parou de se arrumar e sentou comigo pra tentar limpar a merda que a Rainara tinha feito. Vocês tinham que ver o desastre que estava, erros de concordância verbal, erros de português, aquela coisa bem mal feita mesmo. Minha mãe que me salvou e me ajudou a refazer toda a introdução.
Dias depois a redação voltou pra gente de novo, mas o Carls só queria que a gente arrumasse algumas coisinhas simples, então nós dividimos de novo pra pesquisar as últimas coisas que faltava, eu mandava mensagem pra Rainara pra ela pesquisar as coisas mas ela não me respondia, então pensei "Deixe estar, vai ter volta".
Então, teria um evento com os idosos em outra filial da IFI que ficava lá na PQP de Ipatinga, Ana Paula e eu fomos nesse evento pra cumprir as 3 horas que nos faltavam, mas a Rainara, que faltava quase metade do estágio não apareceu, até aí já tínhamos desistido de ajudar e deixamos ela ao relento já que ela não tinha tirado o cavalinho dela da chuva.
Durante todo esse estágio minhas amigas e eu ralamos muito, depois dos encontros íamos direto pra casa da Manu e ela comprava umas coisas e fazíamos um almoço merecido, a Ana Paula me ajudou até às 2 da manhã do último prazo pra entregar o relatório final e até quando ela estava no hospital ela fazia parte do trabalho pelo celular no Google docs.
(tá acabando, eu prometo)
Então, nós iríamos ter que entregar uma versão impressa do nosso relatório final e cada uma teria que ter sua própria impressão com o próprio nome escrito em suas cópias, eu fiquei responsável por enviar o arquivo do relatório para as meninas. Então, eu com sangue no zói enviei só pra Ana Paula e pra Manu e deixei e a Rainara ficou sem o relatório e reprovou no estágio.
A gente viu a Rainara outras vezes na faculdade mas graças a Deus ela fingiu que não conhecia a gente. Ah, e fiquei sabendo que no trabalho de estágio do último semestre ela entrou em contato com a Ana Paula querendo que ela ou a Manu mandassem os trabalhos delas pra ela "usar de modelo" e disse que não ia pedir pra mim dessa vez porque eu tinha ficado com raiva dela. Aí eu falei com a Ana Paula dando risada que eu não tô com raiva dela não kkkk, eu já me vinguei e isso já é o suficiente, e foi o prato mais saboroso que já degustei, embora estivesse frio.
Obrigado a todos que leram até aqui e nunca deixem ninguém montar em vcs, bjs menor que 3. ❤️
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2020.08.04 20:54 Rjunior02 Ciência de Dados - Qual curso prepara melhor?

Então, tô com uma dúvida a uns meses já. Esse ano acabo o ensino médio e com o Enem em janeiro agora, ainda não sei qual curso escolher.
Vou prestar o Enem e o vestibular da UFRGS (sou de Porto Alegre-RS), e estou em dúvida entre 3 cursos:
• Ciência da computação / • Matemática aplicada computacional / • Estatística
(Os links respectivos a cada um: http://www.ufrgs.bufrgs/ensino/graduacao/cursos/exibeCurso?cod_curso=305 / http://www.ufrgs.bufrgs/ensino/graduacao/cursos/exibeCurso?cod_curso=335 / http://www.ufrgs.bufrgs/ensino/graduacao/cursos/exibeCurso?cod_curso=327)
Ao meu ver, parece que o primeiro foca mais na área acadêmica, o segundo você decide em quê quer se especializar e o último algo mais voltado para setor financeiro.
Então, seria melhor fazer CC e ter uma ótima base de programação (apesar de não parecer que seja o foco) e aprender estatística pesada por fora, MAT e direcionar para o que quero ou ir de estatística e aprender a programar por fora?
Li em um lugar que é mais fácil ensinar programação a um estatístico, do que estatística a um programador.
Se leu até aqui, já agradeço. E perdão pelo texto um pouco longo. Se alguém da área ou com conhecimentos relacionados puder opinar, seria de grande ajuda. Aliás, aceito indicações de cursos/livros para estudar. Estou estudando python atualmente e estou pensando em realizar o CS50 online, alguém já fez?
Abaixo vou deixar umas perguntas.
Qual diploma vale mais no mercado de trabalho?
Qual facilita mais sair do país?
Qual facilitaria um estágio na área de ciência de dados?
Uma pessoa trabalhando em DS pode migrar para outra área de TI?
Perspectiva da área ao longo prazo.
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2020.08.01 06:35 0874531203 Eu tenho 25 anos e nunca trabalhei "direito", minha vida profissional está perdida?

Eu tenho 25 anos e logo depois de terminar o ensino médio, entrei em uma universidade pública. Fiquei dois anos, mas me sentia muito perdida sobre o que fazer com aquilo, eu tinha boas notas, nunca tive dificuldades acadêmicas, mas tinha dificuldade de me engajar em projetos extras e me sentir inserida ali. Abandonei, e logo entrei em outro curso. Foi a mesma coisa, depois de um ano e meio, abandonei e logo depois já entrei num terceiro curso. Foi um processo parecido, eu ia muito bem nas coisas obrigatórias, mas não conseguia me engajar nas atividades extras mas resolvi ficar porque não dava para ficar pulando de galho em galho. Eu estou para me formar agora, fazendo o TCC, aos 25 anos.
Nesse meio tempo, eu nunca tive um emprego de verdade. Eu tenho uma renda passiva do aluguel de um apartamento que eu herdei da minha avó, então eu consigo morar sozinha e cobrir meus gastos sem trabalho. Eu fiz estágio por um ano, mas eu acho que não conseguia levar a sério porque não precisava daquilo.
Meus pais também sempre foram super-protetores, então por exemplo se algum dia comentava que estava cansada por conta do trabalho e faculdade, eles sempre sugeriam que eu abandonasse matérias, saísse do estágio, etc. Eu me sinto completamente abrigada de uma vida adulta normal, mesmo de fachada parecendo ser madura para muita gente, afinal de contas, eu moro sozinha há anos.
Eu me sinto muito envergonhada disso, e eu queria muito mudar mas eu sinto que ninguém vai me dar oportunidade porque é muito óbvio que eu sou uma mimada que vai abandonar o trabalho na primeira dificuldade. Sei lá.
Fora o estágio, eu fiz alguns projetos como freelancer e participei por pouco tempo de algumas atividades da faculdade. Também fiz intercâmbio, falo 3 línguas com proficiência, e sei o básico de mais 2. Eu tenho muitos conhecimentos correlatos à minha área, e em geral as pessoas sempre me achavam muito competente e rápida no estágio. Mas eu sinto que isso não vale nada porque eu não tenho nenhuma ética de trabalho, não sei lidar com adversidades, não tenho as "soft-skills" para que alguém me contrate. Eu tenho bastante conhecimento técnico, sou muito rápida para aprender coisas novas... mas sem essas outras habilidades, o que vale isso para o mercado de trabalho? Do que vale isso para mim?
Porque a real é que eu sou mole demais até para procurar emprego, porque fico empurrando com a barriga que não preciso... mas enquanto todo mundo faz coisas, progride, cria uma vida, eu não faço nada e me sinto estagnada com uma renda que me garante uma vida apertada.
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2020.07.31 17:11 batimabernards Estou pagando pela língua? Preciso de um conselho!

Bom, resumidamente: sou Diretor de Arte (Designer Gráfico) e estudante de Publicidade e trabalhava em uma agência. Trabalho legal mas com muitos parênteses - o fato de eu ser apaixonado pelo que faço me deu muito força nos momentos de muita pressão e raiva.
Não tínhamos contrato, nem direitos (mas era um emprego, ok?), e com o início das medidas de restrição e com a falta de previsibilidade de ter algum evento ainda a empresa deu um "stop" (foi assim que chamaram, rs, falar "demissão" é pesado) e mandou a gente pra casa com a promessa de que nos contrataria de volta. Tchau, brigado - simples assim. Agradeci a oportunidade e toquei o bonde. (Mas fica um ressentimento, óbvio).
Tinha umas reservas e uns clientes por fora que me deixaram segurando as pontas, mas confesso que comecei a dar uma boa refletida em algumas coisas, pesando bem e calculando danos e prioridades. Em algumas conversas com colegas, o assunto convergia para nossa pouca vontade de voltar - só se fosse a unica opcao do deserto. Muito desgaste, preciso focar no meu curso, mas não me vejo mais sem trabalhar, tentei outras vagas (ate queria estágio - porque vou ter aula em 2 turnos proximo semestre, adiantei umas materias) e me surgiu uma muito boa (com CLT e tudo), mas não obtive resposta. Vida que segue.
Hoje estou tranquilamente pensando na morte da bezerra, quando me ligam:
"eai, tamo voltando segunda feira e precisamos de voce, ce topa? meio periodo, meio salario"
Parece boa, dentro da minha expectativa. To triste, porque parece que to pagando pela lingua e dizer que não trabalharia mais lá e nem me sujeitaria ao que me sujeitei. Mas enfim. Já que não tem nada melhor, não vou fazer c* doce e na situação que tamos, to 80% inclinado a aceitar.
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2020.07.31 00:48 saske2k20 (TI) Programar não é fácil

Estou estudando React porque me dei melhor do que tecnologias no backend, já que passava mais tempo tentando resolver erro no código do que botando para funcionar.
Mas é frustrante as vezes estudar programação, eu vi várias aulas de React e inclusive fazia pequenos exercícios, mas quando vou fazer algo um pouco mais complexo eu não sei para onde ir. Fora que as vezes dá impressão de que pelo fato de não existir receita de bolo, cada professor da área faz de um jeito.
Pior que quando vejo vagas mesmo para estágio/junior são tantos requisitos que sei que não consigo.
Vou continuar estudando pq sei que uma hora vai, mas poxa as vezes é frustrante ainda mais quando vejo esses anúncios "aprenda React em 7 dias" ou programadores mais velhos tratando aquilo como se fosse a coisa mais fácil do mundo.
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2020.07.27 18:48 idontwantotlive Fazer doutorado em uma universidade top no exterior?

Considerando que eu curso engenharia de produção em uma das top 30 universidades públicas do Brasil, é possível conseguir um doutorado em Ciência da Computação em uma universidade como o MIT?
Minha estratégia seria: tirar boas notas, fazer IC no IMPA (sou do RJ), fazer o máximo de estágios na área. Fora isso não sei muito bem o que fazer. Aceito sugestões!
Obrigado.
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2020.07.25 14:52 choco-menta Amigas só que não

Olá Lucas, editores, gatas, e turma! Espero que todos estejam tendo um bom dia!
Ok, estou prestes a narrar a história do meu dedo podre para amizades, mas antes um pouco de contexto:
Em todos os meus dezessete anos de existência eu tive poucas amigas mulheres. Do tipo amiga mesmo, com quem a gente divide inseguranças, segredos e esse tipo de coisa eu tenho apenas uma. Não estudamos mais na mesma escola, mas ainda mantemos contato (Ela é incrível e foi através dela que conheci teu canal, por volta de 2016).
E lá vamos nós.
Eu estudo em um colégio em que temos um curso técnico integrado ao Ensino Médio e, quando estava no primeiro ano do Ensino Médio, fiz três amigas em potencial, mas para cada uma delas aconteceu algo diferente: Carls arranjou amigas mais interessantes, Farls trocou de curso e fez também outras amigas por lá, dentre as quais eu tentei me enturmar mas sempre me senti excluída, enquanto Larls, a última delas, sofria o sério risco de repetir de ano e teve de trocar de escola para poder passar de ano. Pois é.
Eu pensava que meu segundo ano, no ano passado, seria o pior ano de todos (e de certa forma foi, 2019 né), pois eu iria passá-lo sozinha. Claro, ainda haviam os outros alunos sobreviventes do meu curso, que são todos muito gente boa, mas já tinham seus grupinhos formados. No primeiro dia de aula eu já era a personificação do desânimo e subi a rampa na frente de todo mundo só para chegar na sala primeiro e pegar um lugar lá no fundo e de preferência bem arejado (era verão e como nossa sala ficava no último andar e num ângulo que batia Sol durante toda a manhã, era o mais sensato a se fazer para minha própria sobrevivência).
Não sei como aconteceu, afinal eu tinha sido a primeira a passar pelo portão de entrada, mas já havia uma pessoa na nossa sala, uma aluna nova, mas não tão nova assim para mim. Irei chamá-lá de Júlia. Eu e ela nos conhecemos de um cursinho que fiz durante os dois últimos anos do fundamental. Ela era amiga de uma conhecida minha e eu considerava ela uma pessoa muito legal e divertida, alguém de quem eu poderia ser amiga se não fosse pela minha timidez, mas na época conversamos algumas poucas vezes.
Bom, por se tratar de um Ensino Médio Técnico, alunos novos são algo bastante incomum, mas como o nosso curso é da área de humanas, a gestão o considera como "fácil" e permite que isso aconteça, afinal se trata de mais dinheiro no bolso deles. Quando perguntei o que Júlia estava fazendo ali, ela me veio com a história de que seus pais consideravam sua antiga escola uma má influência, pois ela havia se assumido lésbica para eles, que tinham medo de que ela começasse a namorar alguma de suas colegas que a tivesse "levado para o mau caminho". Bem babacas, sim, mas calma que a história não é sobre eles.
Naquela hora, os nossos caminhos terem se cruzado novamente parecia uma interferência divina, porque significava que eu não estaria mais sozinha e ela já tinha um rosto conhecido nessa maré de coisas novas. Mas enfim, nos tornamos amigas e, como ela não havia tido as matérias do técnico do ano passado, ela tinha algumas aulas no período da tarde e o dobro de tarefas para entregar. Era muita coisa mesmo e eu, como sua amiga, estava sempre ali para ajudá-la. Todos os trabalhos em grupo que podíamos escolher com quem íamos fazer, lá estava nós duas, juntas. Como eu sabia mais da matéria e tinha muito mais tempo livre, não me importava de fazer sempre a maior parte das atividades, pois isso nos garantia uma nota maior.
Nossa amizade não se resumia só a trabalhos escolares também. Eu era uma espécie de "SAC" ou "Reclame Aqui" dela e tudo o que ela tinha a desabafar ou a dizer a respeito de alguém, seja pais, professores ou colegas ela me dizia na volta pra casa (Nós morávamos relativamente perto da escola e voltávamos a pé, todo santo dia, o que dava uns vinte minutos de conversa.) Mas era quase sempre um monólogo, já que toda vez que eu tinha algo a acrescentar o assunto morria por ali ou era mudado antes que eu tivesse a chance de falar ou então, nas raras ocasiões em que ela me permitia falar, tudo que eu recebia em volta era um "Foda né, complicado." Em algum ponto da história ela me contou de seu diagnóstico de depressão (eu já havia visto os remédios, só não achei que seria educado perguntar) e foi aí que tudo começou a desandar.
Em 2020 entramos no terceiro ano, o ano de vestibulares e, para nós, de TCC. Eu já estava meio insegura sobre com quem fazer pois no final do ano passado já havia percebido alguns sinais de que Júlia havia se acostumado com a comodidade de fazer a menor parcela dos trabalhos e, ainda por cima, fazia mal feito, mas relevei e simplesmente esperei que os grupos se formassem para constatar que eu teria de fazer com ela, ou melhor, sozinha, o trabalho que vai definir ao final do ano se irei me formar ou não.
Em janeiro, fevereiro e março, quando o mundo ainda era mundo, íamos para o laboratório da escola, onde ficam os computadores, para trabalhar no andamento de nosso projeto e, ao invés de contribuir com ideias, ela me pedia para abrir o YouTube e deixá-la escutando suas músicas e, durante a execução de algum parágrafo, cortava completamente a minha linha de raciocínio para dizer "Ih, fulana, veio um anúncio, deixa eu pular ali rapidinho" ou então cantarolando alguma canção no meu ouvido. Pior ainda foi quando ela pegou o computador ao lado, o qual um outro grupo poderia usar, para jogar Stop e Gartic e ainda me pedia ajuda do tipo "Como se desenha isso?" ou "Me diz uma marca com a letra I."
Tivemos uma conversa na qual eu disse a ela o quão não legal foi ela ter feito aquilo, mas na semana seguinte ela continuou fazendo, porém no celular, como se ignorasse o problema de que ela não estava contribuindo em nada para o TCC. Toda vez que eu chegava perto de vomitar todas as minhas frustrações, ela me vinha com algo relacionado à sua depressão ou aos seus pais, contando de alguma discussão que tiveram recentemente ou descrevendo em detalhes não solicitados os seus episódios e tentativas de suicídio.
Foda né. Era informação demais para se digerir e eu não queria ser uma péssima amiga e despejar mais problemas sobre sua cabeça. Por outro lado, tenho total consciência de que a depressão não torna ninguém "inválido" e de que ela é perfeitamente capaz de me ajudar com esse trabalho (Afinal ela conseguiu um estágio antes mesmo de mim), além de que já facilitei demais a vida dela por um ano inteiro.
Sem saber o que fazer, tranquei minha boca a respeito desse assunto e joguei a chave fora. Um detalhe importante é que nessa época não lembro de ter visto ela tomando sua medicação.
Agora, com o distanciamento social, as mensagens que trocamos sempre dizem respeito à atividades para nota e provas, nem mesmo no meu aniversário o assunto mudou. Com isso, fui me distanciando e só continuo a falar com a Júlia porque estou amarrada a ela (não posso mais trocar de grupo).
Sei que fui muito parcial mas juro que tentei entender o lado dela e não consigo explica-lo sem ficar puta da vida. Mas e aí, quem foi a babaca da história?
submitted by choco-menta to TurmaFeira [link] [comments]


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